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Imigração italiana24/08/2018 | 07h30Atualizada em 24/08/2018 | 07h30

Memória: encontros das famílias Manfroi e Marafon

Celebrações que ocorrem em cidades de Santa Catarina e Paraná têm em comum a chegada nas antigas colônias italianas de Conde D¿Eu (Garibaldi) e Alfredo Chaves (Veranópolis) 

Memória: encontros das famílias Manfroi e Marafon acervo de família / divulgação/divulgação
Integrantes da família Marafon nos primórdios do século 20 Foto: acervo de família / divulgação / divulgação

Descendentes de imigrantes italianos estabelecidos na Serra gaúcha hoje encontram-se espalhados por diversas cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. E dois encontros do mês de setembro, apesar de ocorrerem longe da região, têm vínculo direto com as antigas colônias Conde D’ Eu (Garibaldi) e Alfredo Chaves (Veranópolis). Falamos das famílias Manfroi e Marafon, que promovem celebrações nos dias 2 e 9 de setembro, respectivamente.

O 5º Encontro da Família Manfroi será realizado no dia 2 de setembro, um domingo, na cidade de Treze Tílias, em Santa Catarina. A família é originária da comuna de Cencenighe Agordine, província de Belluno, na região do Vêneto, de onde saíram os pioneiros Giosué Manfroi e Dorotéa Faé. Juntamente com os sete filhos (Celeste, Cândido, Battista, Mansuetto, Mariana, João e Carlo), o casal aportou no Brasil em 1887, estabelecendo-se na localidade de São Roque Figueira de Melo, em Garibaldi.

Giosué era engenheiro licenciado e, desde a chegada ao país, dedicou-se à construção de igrejas, casas e estradas da região colonial italiana do Rio Grande do Sul — por aqui, os descendentes imediatos trabalharam na área da forja, em moinhos e serrarias. Desse único ramo familiar originaram-se as centenas de descendentes, que se alastraram não apenas pelos estados do Sul, como também por Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Amazonas e Roraima. 

Toda essa trajetória começou a ser recordada em 1999, quando novas e antigas gerações da família começaram a se reunir. O primeiro encontro ocorreu na cidade de Francisco Beltrão e, desde então, os Manfroi celebram em uma cidade escolhida por votação. 

Contatos e mais informações com Waldomiro Carlos Manfroi pelos e-mails wmanfroi@hepa.edu.br e wmanfroi@terra.com.br, ou ainda pelo fones (51) 3328.8328 e (51) 99982.0786. 

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O casal de pioneiros Giosué Manfroi e Dorotéa Faé, originários da província de BellunoFoto: acervo de família / divulgação

Origens na Colônia Alfredo Chaves

No dia 9 de setembro, desta vez na cidade de Matelândia, no Paraná, ocorre mais um encontro da família Marafon. São os descendentes de Angelo Mário Marafon, mais conhecido na família por Angelim.

Conforme informações disponibilizadas pelos descendentes, é difícil estabelecer uma árvore genealógica única, mesmo acreditando-se que os Marafon que aportaram no Brasil em finais do século 19 eram, fundamentalmente, primos. O descendente Adelmir Marafon, de Erechim, localizou em cartórios o assentamento de parte da família Marafon na antiga colônia Alfredo Chaves (atual município de Veranópolis). 

No entanto, no município de Casca, os Marafon são descendentes de Guerino Serafino — com Maria Zamignan, Guerino deu origem a uma família que, após 125 anos, alcança hoje aproximadamente mil descendentes. Há ainda os descendentes de primos de Guerino, como os Marafons de "la Linha Quatordeze", interior de Serafina Corrêa, Linha 11 (Undese), como Eugênio (Génio).

Contatos e mais informações com Armando Marafon pelo e-mail armandomarafon@yahoo.com.br ou pelo fone (55) 3372.1221.

Parceria

Informações desta coluna foram publicadas originalmente na coluna Almanaque Gaúcho, do colega Ricardo Chaves, de Zero Hora.

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