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Luto14/12/2019 | 17h28Atualizada em 14/12/2019 | 17h54

Comoção marca enterro de venezuelana morta em Caxias do Sul

Ariana Victoria Godoy Figuera foi sepultada na tarde deste sábado

Comoção marca enterro de venezuelana morta em Caxias do Sul Ronaldo Bueno / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Ronaldo Bueno / Agência RBS / Agência RBS

Em total silêncio, dezenas de pessoas acompanharam o sepultamento de Ariana Victoria Godoy Figuera, na tarde deste sábado (14), em Caxias do Sul. A venezuelana de 24 anos morreu na manhã de sexta-feira, após ter sido atacada pelo ex-namorado quando chegava em casa, no bairro Desvio Rizzo.

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Familiares, amigos e imigrantes venezuelanos que moram na Serra estiveram no Cemitério Público Municipal Rosário II para prestar as últimas homenagens à jovem.

— Agora estamos nos organizando para cuidar das crianças. A bebê vai ficar comigo e com minha esposa. A maior vai ficar com minha irmã Joswinda — disse Leonardo Avila, um dos cinco irmãos de Ariana que moram no Brasil, logo após o sepultamento, ainda emocionado.

Durante o velório, realizado desde a manhã de sábado, na capela mortuária do cemitério, o clima foi de comoção e pedidos por justiça. Vítima de feminicídio, a jovem venezuelana deixa dois filhos, de três e um ano de idade.

MORTE POR ASFIXIA

O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) concluiu que Ariana morreu por asfixia mecânica provocada por queimaduras das vias aéreas e dos pulmões. O IGP ainda analisa as roupas da jovem para identificar a substância utilizada por Deivis Lobato Braga, 36 anos, que confessou o crime e está preso preventivamente.

De acordo com o prontuário médico, a venezuelana teve 19% do corpo atingido por queimaduras de 3º grau em razão da substância que atingiu a face e o tórax. Ariana morreu por volta das 7h desta sexta-feira (13), no Hospital Pompéia. O crime aconteceu na noite anterior, quando o ex-namorado atacou a jovem quando ela chegava em casa, no bairro Desvio Rizzo.

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