"Está tudo tranquilo, faz parte da democracia", diz vice-prefeito de Caxias sobre pedido de impeachment - Política - Pioneiro

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Política14/01/2020 | 20h31Atualizada em 15/01/2020 | 10h07

 "Está tudo tranquilo, faz parte da democracia", diz vice-prefeito de Caxias sobre pedido de impeachment

Edio Elói Frizzo reitera que ele e o prefeito Cassina confiam na isenção com que a Câmara de Vereadores vai tratar do assunto

 "Está tudo tranquilo, faz parte da democracia", diz vice-prefeito de Caxias sobre pedido de impeachment João Pedro Bressan/Divulgação
Enquanto Frizzo participava de reunião sobre o Aeroporto Regional da Serra Gaúcha, com o senador Luis Carlos Heinze, era protocolado pedido de impeachment Foto: João Pedro Bressan / Divulgação

O vice-prefeito Edio Elói Frizzo (PSB) recebeu com tranquilidade a notícia do pedido de impeachment contra ele e o prefeito Flavio Cassina (PTB), protocolado nesta terça-feira, dia 14, na Câmara de Vereadores de Caxias, por infrações político-administrativas. O documento é embasado na falta da renúncia aos mandatos de vereador após a eleição indireta, ocorrida no dia 9 de janeiro, data em que também tomaram posse no Executivo. 

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— Fui informado do pedido de impeachment, sim, pela assessoria da prefeitura. Mas não li e não sei do que se trata. Se é sobre a questão da tal da renúncia já demos as explicações necessárias em documento que encaminhamos à Câmara de Vereadores com a nossa explicação. Está tudo tranquilo, faz parte da democracia, é um direito do cidadão. Confiamos, plenamente, tanto eu quanto o Cassina (Flávio, prefeito), na forma isenta com que a Câmara vai tratar do assunto, na forma da lei. Aliás, seria uma contradição a gente pensar diferente — defendeu o vice-prefeito Frizzo.

 Os autores do pedido de impeachment são Rodolfo Pereira Valim Junior e Michele Karpinski da Silva. Valim Junior é presidente da Associação de Moradores do Bairro Mariland. Eles citam matérias publicadas pelo Pioneiro, de 10 de janeiro, referentes à não-renúncia dos mandatos de vereador.

A Câmara de Vereadores vai apreciar o pedido na primeira sessão ordinária de 2020, que ocorre somente em 4 de fevereiro.

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