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Opinião17/05/2018 | 06h30Atualizada em 17/05/2018 | 06h30

Intervalo: O Juventude não evoluiu em seis rodadas e a irritação da torcida tem embasamento

Equipe alviverde volta a jogar apenas no dia 26, contra o São Bento, fora de casa

Intervalo: O Juventude não evoluiu em seis rodadas e a irritação da torcida tem embasamento Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Questionável
A irritação dos torcedores alviverdes, demonstradas nas redes sociais e nas arquibancadas, dentro e fora de casa, não são obras do acaso. O discurso dos dirigentes e do técnico Julinho Camargo após as partidas pouco condiz com a realidade vista em campo.

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O Juventude não evoluiu em seis rodadas. Continua com muitas dificuldades ofensivas, cria pouco e comemora ganhar um ponto diante das equipes mais fracas da competição até aqui. O Criciúma pode crescer? A tendência é essa, mas no momento atual é um adversário frágil e que poderia ser batido.

Pensando a longo prazo, o Ju precisará mostrar muito mais para encarar, por exemplo, Fortaleza e Vila Nova, que despontam como equipes melhor encaixadas neste primeiro momento.

Após seis rodadas, a preocupação dos Jaconeros é evidente. É só olhar para a tabela e, principalmente, para a produção em campo.

Tempo
Mais uma vez, Julinho terá 10 dias de trabalho antes da próxima partida. Tempo suficiente para ajustes. A expectativa é do retorno do lateral-direito Felipe Mattioni e da recuperação definitiva de Queiróz, com sua volta ao time titular.  Afinal, no setor ofensivo, ninguém se mostrou melhor que ele.

Outro centroavante?
Na terça-feira, o vice de futebol do Ju disse que o clube ainda procura um atacante de lado, para substituir Felipe Lima, e um centroavante. A dúvida: outro camisa 9? O grupo já tem Mamute, Jesus, Queiróz e Elias. 

Nota oficial
O Brasil-Fa, rebaixado à Terceirona Gaúcha, encaminhou ontem uma Carta Aberta para a imprensa, onde explica alguns dos motivos da má campanha. Além de destacar o trabalho do Comitê Gestor do clube, que assumiu em 2013, a nota fala sobre uma parceria com o Inter, que encaminharia jogadores do sub-23 para as Castanheiras, que acabou não se concretizando, a morte do técnico Irani Teixeira, às vésperas da competição e as dificuldades financeiras.

Segundo as informações, a folha mensal foi de R$ 26 mil, a menor da Divisão de Acesso.  O quadro social não chega a 200 torcedores e alguns patrocinadores abandonaram o projeto em meio ao campeonato. 

Fica a torcida para que o Brasil consiga se reerguer.

Defesa grená
Josias Basso, Jean ou Laércio. Eis uma disputa interessante para a vaga deixada por Thiago Sales na zaga do Caxias.

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