Companheira de joalheiro morto em Caxias é presa por suspeita de envolvimento no crime - Polícia - Pioneiro

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Investigação06/08/2018 | 10h38Atualizada em 06/08/2018 | 11h41

Companheira de joalheiro morto em Caxias é presa por suspeita de envolvimento no crime

Homem de 57 anos foi morto na propriedade dele, no distrito de Santa Lúcia do Piaí

Dentre as quatro pessoas presas em flagrante por suspeita de envolvimento no latrocínio (roubo com morte) do joalheiro Silvio Mondin Neto, 57 anos, está a atual companheira dele, uma mulher de 39 anos. Mondin foi morto a golpe de facas. O corpo estava a poucos metros da casa dele, na localidade de Linha São Paulo, no interior do distrito de Santa Lúcia do Piaí, Caxias do Sul. O corpo foi encontrado por volta do meio-dia desde domingo (5). A polícia, porém, acredita que ele tenha sido morto ainda na tarde de sábado (5). As prisões em flagrante aconteceram entre a noite deste domingo e a madrugada desta segunda-feira (6).

De acordo com a Delegacia de Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas (Defrec), a companheira,  Cristiana Alves da Rosa dos Santos, 39, acabou caindo em contradição quando foi ouvida ainda na tarde de domingo. Assim, os policiais chegaram a Rogério Machado Santos, 45, ex-marido de Cristiana, a Rogério Machado Santos Júnior, 21, filho de Santos, e Bruno da Silva Garcia, 22.

Durante as diligências, realizadas durante a madrugada, os policiais recuperaram alguns pertences da vítima - uma Kombi, que estava queimada, uma motocicleta, um compressor, um gerador e algumas ferramentas. Joias, que estaria na casa da vítima, não foram encontradas. Neto prestava serviço para joalherias de Caxias e também trabalhava com venda de animais.

De acordo com o delegado Adriano Linhares, titular da Defrec, as investigações apontam que a companheira participou do planejamento, mas não estava na hora do crime.

— A motivação (do crime) é patrimonial. Houve uma preparação para a subtração do patrimônio da vítima — afirma o delegado Linhares.

A polícia já solicitou à Justiça a prisão preventiva deles. Até o final da manhã desta segunda, conforme a polícia, os suspeitos presos ainda não haviam apresentado advogados de defesa.

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