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Enchente09/07/2020 | 09h02Atualizada em 09/07/2020 | 10h04

Mais de 1700 pessoas estão fora de casa em São Sebastião do Caí

50 famílias estão abrigadas no ginásio de esportes e no salão da Igreja Católica do bairro Rio Branco. As demais estão com amigos e familiares

Mais de 1700 pessoas estão fora de casa em São Sebastião do Caí Prefeitura Municipal de São Sebastião do caí / Facebook, Divulgação/Facebook, Divulgação
Até o começo da tarde desta quarta-feira, o nível do rio Caí aumentava, em média, 30 centímetros por hora Foto: Prefeitura Municipal de São Sebastião do caí / Facebook, Divulgação / Facebook, Divulgação

As águas do Rio Caí, em São Sebastião do Caí, começam a recuar lentamente para o leito na manhã desta quinta-feira (8) depois do nível do rio chegar a 14,32 metros, mantendo um ritmo de subir 12 centímetros por hora no final da tarde de quarta-feira (8). De acordo com os Bombeiros às 8h, o nível estava em 13,50 metros. Segundo com a Defesa Civil Regional, são mais de 1700 pessoas fora das casas depois de uma das maiores enchentes da cidade. A maior parte delas está na casa de familiares e amigos. Já abrigadas são cerca de 50 famílias, com 130 pessoas. Esses moradores estão abrigados no ginásio de esportes e no salão da Igreja Católica do bairro Rio Branco. Muitas dessas famílias foram realojadas pela segunda vez em uma semana no Vale do Caí. Em 27 operações, os bombeiros resgataram 61 pessoas e 13 animais.

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A cheia do Rio Caí atingiu diversas ruas dos bairros Centro, Navegantes, Vila Rica, Rio Branco e Quilombo.  Mesmo com a previsão de ciclone extratropical para essa semana, o monitoramento do nível do Rio Caí, até as 18h de terça, não apontava riscos para alagamentos. No entanto, a situação mudou após esse horário, quando a água começou a subir quase um metro.

O Coordenador Regional da Defesa Civil, Tenente Coronel Sandro Carlos Gonçalves da Silva, afirma que mesmo que a água recue, a tendência é que as famílias sigam fora de casa nesta quinta-feira:

 — O Rio Caí está baixando lentamente. Ainda é cedo para que as famílias retornem em segurança para suas casas. Vamos monitorar a situação.

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