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Saúde pública02/06/2020 | 14h17Atualizada em 02/06/2020 | 14h18

IGH permanece na gestão de UPA de Caxias até o fim do mês

Prefeitura de Caxias do Sul pretende fechar negociação com nova instituição nesta semana

IGH permanece na gestão de UPA de Caxias até o fim do mês Antonio Valiente/Agencia RBS
Foto: Antonio Valiente / Agencia RBS

 O Instituto de Gestão e Humanização (IGH) ficará na administração da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Norte de Caxias do Sul até 30 de junho. Em maio, a prefeitura anunciou que o contrato seria rompido a partir de 12 de junho. Agora, conforme o vice-prefeito Édio Elói Frizzo (PSB), a instituição pediu para que o prazo fosse prorrogado até o final do mês e o município acatou a solicitação.

Conforme Frizzo, a medida também traz benefícios à administração municipal que ganha mais tempo para elaborar e encaminhar à Câmara de Vereadores um projeto de lei que altera a forma como o contrato ou convênio com uma instituição da área da saúde será feito para a gestão da UPA. O IGH venceu uma licitação para gerir a unidade, mas agora a prefeitura quer selecionar uma instituição de Caxias do Sul.

O contrato ou o convênio – ainda está indefinido qual será o instrumento legal para a parceria – deve ser semelhante ao que vigora com o Hospital Geral de Caxias do Sul, em que há prestação de serviços continuada. A previsão é de que até quinta-feira (4) seja definido o nome da instituição assumirá o serviço.

— Terá um valor menor que o pago hoje ao IGH. Esse é um pré-requisito nosso — garante Frizzo.

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O IGH é responsável pelos atendimentos desde a inauguração da UPA, em setembro de 2017. A mais recente renovação do contrato ocorreu em setembro de 2019, somando o repasse de mais de R$ 2 milhões por mês.

A reportagem procurou a assessoria de imprensa do instituto para saber o motivo do pedido de prorrogação, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem. Conforme Frizzo, a alegação é a necessidade para o cumprimento de compromissos junto aos fornecedores.

Na época em que o rompimento do contrato veio à tona, o IGH salientou que o aviso prévio seguia um procedimento de praxe dentro do contrato e que, apesar de discordâncias administrativas, o serviço seguia funcionando normalmente.

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