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Pandemia23/05/2020 | 19h14Atualizada em 23/05/2020 | 19h14

Maioria das cidades da Serra permanece com risco médio no mapa do distancimento controlado

Governo do Estado divulgou na tarde deste sábado mudanças que valem para a próxima semana

Maioria das cidades da Serra permanece com risco médio no mapa do distancimento controlado Divulgação / Governo RS/Governo RS
Foto: Divulgação / Governo RS / Governo RS

Praticamente todos os municípios da Serra, Campos de Cima da Serra e Hortênsias, que têm Caxias do Sul como referência, permaneceram na classificação de risco médio de contágio do novo coronavírus ou seja bandeira laranja. São Francisco de Paula e Cambará do Sul que eram de risco baixo também não tiveram alteração. O novo mapa do distanciamento controlado do governo do Estado foi divulgado no final da tarde deste sábado.

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Das 20 regiões nas quais o Rio Grande do Sul foi dividido, as únicas que tiveram mudança na classificação desde a última semana foram Uruguaiana, Capão da Canoa e Santa Cruz do Sul, que migraram da banderia laranja para a amarela. Com isso, terão as medidas de restrição reduzidas a partir de segunda-feira.

Foto: Divulgação / Governo RS

Mesmo assim, a maior parte do território gaúcho (12 regiões) continua em situação de risco epidemiológico médio nesta que é a terceira atualização do sistema que passou a regrar o grau de restrições para funcionamento das atividades econômicas em 10 de maio. Na rodada anterior, eram 15. As outras oito regiões estão na bandeira amarela. Portanto, depois da primeira semana de implantação do novo modelo, o Estado segue sem regiões em risco alto. 

A mudança anunciada durante esta semana pelo governador Eduardo Leite no cálculo do distanciamento controlado, que seria adotada somente a partir da próxima rodada, já foi aplicada neste sábado. Com isso, apenas os casos de covid-19 que geraram hospitalização foram usados para medir a propagação do vírus levando em consideração os seus locais de residência.

Até então, o governo vinha usando todos os casos confirmados por testes moleculares (RT-PCR) para medir dois dos 11 indicadores usados no cálculo de risco: velocidade do avanço, que mede o número de novos casos confirmados em relação aos casos anteriores, e incidência de novos casos na população, que mede os novos casos nos últimos sete dias para cada 100 mil habitantes. 

No entanto, o dado vinha gerando distorções entre as regiões, aumentando o nível de risco e de restrição para aquelas que vinham realizando um número maior de testes. Por isso, segundo Leite, foi necessário antecipar a alteração, que foi levada ao grupo técnico de saúde do Comitê de Análise de Dados, tendo sido estudada e avalizada por especialistas.

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