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Coronavírus23/03/2020 | 17h17Atualizada em 23/03/2020 | 17h17

Longe da família, jogador caxiense comenta paralisação no Chipre

Atleta, de 25 anos, está no país desde julho do ano passado

Longe da família, jogador caxiense comenta paralisação no Chipre DOXA Katokopia FC/Divulgação
Lukas Brambilla (D) está no futebol cipriota desde julho do ano passado Foto: DOXA Katokopia FC / Divulgação

Caxias do Sul e os demais municípios da Serra revelam muitos jogadores de futebol e atletas de outras modalidades. Inúmeros começam aqui e depois desbravam o mundo em busca do sonho. É o caso do meia-atacante Lukas Brambilla, caxiense de 25 anos, atualmente atuando no DOXA Katokopia FC, do Chipre.

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O jogador começou na base do Juventude, defendeu o Náutico e já teve experiências em clubes da Rússia, Finlândia e Grécia. Agora, no Chipre, desde julho do ano passado, enfrenta o isolamento da quarentena devido à pandemia de coronavírus.

 — Eu sinto que as pessoas estão muito assustadas. Está todo mundo em casa. Os bares, restaurantes, cafeterias, tudo fechado. Agora, só mercado, farmácia e hospitais funcionam. No mercado, muitas coisas estão faltando  —  disse o jogador, que mora na capital Nicósia.

O Chipre é um país europeu com pouco mais de 1 milhão de habitantes e fica entre a Grécia e Turquia. O campeonato nacional está paralisado desde o dia 13. Os treinos também foram suspensos pelo clube. Ainda não há previsão de retorno de ambos.

— O clube nos passou todos os cuidados. Ficar em casa o máximo possível. Além disso, nos passaram um programa de treinos para realizar em casa. Cada dia tem uma planilha. São mais exercícios funcionais e corridas na rua — revelou o caxiense.

O calendário de futebol do Chipre segue as grandes ligas do futebol europeu. Inicialmente, a competição teria seu encerramento em maio, porém com a pandemia isso será modificado. Em meio às indefinições quanto ao retorno das atividades, Brambilla segue em quarentena bem longe do seu país e da sua família. 

— É sempre mais complicado não estar no nosso país e longe da família. É difícil. Minha namorada chegou no mês passado e tem ficado comigo. Tem me ajudado muito. Nesse momento delicado, peço que as pessoas tomem as precauções e tenham empatia com o próximo — finalizou Lukas Brambilla.

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