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#420/12/2019 | 15h33Atualizada em 20/12/2019 | 15h33

Planejando 2020: o professor quer a classe unida e valorizada

Delcio Antônio Agliardi foi patrono da Feira do Livro de Caxias do Sul em 2019

Planejando 2020: o professor quer a classe unida e valorizada Antonio Valiente/Agencia RBS
Foto: Antonio Valiente / Agencia RBS

Escritor, professor e patrono da 35ª Feira do Livro de Caxias do Sul, realizada este ano, Delcio Agliardi revela que as metas que estabelece para cada ano que se inicia buscam contemplar três dimensões da sua vida: pessoal, profissional e comunitária.

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— Na dimensão pessoal, renovo o objetivo de ser sempre um ser melhor. Na dimensão profissional, estudar e estudar cada vez mais. E a terceira dimensão é comunitária. A meta é sempre fazer cada vez mais e mais trabalho voluntário, que é minha forma de devolver à sociedade o que ela me dá. 

Professor da UCS e vice-presidente da Associação Criança Feliz, Delcio, se diz realizado e reenergizado para iniciar 2020, graças ao convívio com as pessoas que, assim como ele, não perdem a esperança de que tempos melhores estão por vir para quem defende a cultura e a educação:

— É uma dádiva estar convivendo com a comunidade que tem esperança, que sonha, que batalha e acredita em dias melhores. Em 2019 pude estar junto a pessoas de todas as idades que, mesmo na adversidade, têm esperança. Foi muito especial participar da XII Mostra Literária Recria e ver crianças compartilhando suas histórias de vida e começando a descobrir a palavra como algo que nos reorganiza, nos reconecta e nos recoloca nesse mundo cheio de contradições e de limites, mas também de oportunidades. 

Como um desejo pessoal para 2020, Agliardi sonha com a maior valorização dos professores, uma classe que, para ele, representa muito mais do que mediadores do ensino. São "apoio para muitas vidas".

A vida precisa ser muito mais valorizada. As instituições educacionais precisam ser respeitadas e os professores desse país precisam ocupar o lugar que é de direito. Nunca os educadores foram tão atacados e é preciso que a sociedade reaja, caso contrário não teremos futuro no campo educacional, nem no cultural — defende.

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