A polêmica remuneração para cargo voluntário da ex-rainha da Festa da Uva de Caxias do Sul - Política - Pioneiro

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Mirante20/02/2020 | 17h32Atualizada em 20/02/2020 | 17h37

A polêmica remuneração para cargo voluntário da ex-rainha da Festa da Uva de Caxias do Sul

CC de Fabiana Koch provoca segundo pedido de impeachment do prefeito Flávio Cassina

A polêmica remuneração para cargo voluntário da ex-rainha da Festa da Uva de Caxias do Sul Gilmar Gomes/Objetiva
CC de Fabiana Koch provoca segundo pedido de impeachment do prefeito Flávio Cassina Foto: Gilmar Gomes / Objetiva

O bateu-levou não tem fim. Um novo pedido de impeachment contra o prefeito Flávio Cassina (PTB) foi protocolado no mesmo dia em que o irmão do ex-prefeito Daniel Guerra (Republicanos), o vereador Chico Guerra saiu ileso na Câmara de Vereadores, com a rejeição do acolhimento do pedido de cassação de seu mandato. 

O candidato derrotado à presidência da União das Associações de Bairros (UAB) e presidente da Amob Belvedere, Alaor Correa Barbosa, e Dari Nelson Lohmann são os autores. Correa Barbosa assinou o pedido de impeachment do vereador Alceu Thomé (PTB), em outubro passado. 

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O motivo é a contratação da ex-rainha da Festa da Uva Fabiana Bressanelli Koch como CC 8 (R$ 7.032,14) no cargo de diretora-executiva do gabinete do prefeito, porém, visando o trabalho na direção da Comissão Social do evento em 2021. O argumento faz sentido: a atuação na comissão é voluntária. O que o prefeito fez foi compensar financeiramente a diretora da Festa, utilizando-se de cargo público no Executivo. Fabiana também trabalha na UPA Central, pelo InSaúde, como dentista. 

Demorou para que houvesse uma reação. O Mirante divulgou a situação envolvendo a ex-soberana em 28 de janeiro, quando a chefe de Gabinete e secretária de Governo, Grégora Fortuna dos Passos, afirmou que Fabiana não cumpre expediente no gabinete do prefeito.

Até agora, o silêncio havia predominado. Porém, já se imagina como será a avaliação da maioria governista na Câmara: tudo vai bem no Centro Administrativo.

Este é o segundo pedido contra Cassina desde que tomou posse para o mandato tampão em 9 de janeiro. E é o 12º protocolado na Câmara de Vereadores desde 2017 (foram sete contra Daniel Guerra, três contra vereadores e dois contra o atual prefeito).

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