Câmara de Vereadores rejeita o sexto pedido de impeachment do prefeito de Caxias do Sul - Política - Pioneiro

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Por maioria 03/09/2019 | 11h10Atualizada em 03/09/2019 | 11h11

Câmara de Vereadores rejeita o sexto pedido de impeachment do prefeito de Caxias do Sul

Apenas 8 votaram pela admissibilidade

Câmara de Vereadores rejeita o sexto pedido de impeachment do prefeito de Caxias do Sul Marcelo Casagrande/Agencia RBS
A Câmara de Vereadores rejeitou por maioria o sexto pedido de impeachment do prefeito de Caxias Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

A Câmara de Vereadores rejeitou por maioria o sexto pedido de impeachment do prefeito de Caxias do Sul, Daniel Guerra (PRB). 14 parlamentares votaram pelo não acolhimento da denúncia. Apenas 8 votaram pela admissibilidade. Caso a decisão tivesse sido pelo acolhimento, uma Comissão Processante de três vereadores teria sido formada para dar prosseguimento à análise. Com a rejeição, o processo foi arquivado.

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Protocolado novo pedido de impeachment do prefeito Daniel Guerra 

Desta vez, o documento foi assinado por Jefferson Côrtes Torres, ex-subprefeito de Vila Oliva. Na denúncia, o autor apresentou como motivo para afastamento do prefeito a realização de uma obra em um terreno particular, correspondente ao estacionamento do aeroporto de Caxias do Sul. 

O prefeito de Caxias do Sul, Daniel Guerra (PRB), se manifestou, por meio de nota, a respeito do pedido de impeachment ainda no dia 29 de agosto. Na ocasião, ele afirmou que o "instituto impeachment" está sendo usado como "palanque político de interesses obscuros" de maneira repetida e cansativa e que não iria  perder tempo com o que classificou como "distração".

Esse foi o sexto pedido de impeachment do prefeito Daniel Guerra. O último havia sido analisado pela Câmara em 12 de fevereiro deste ano. A denúncia foi rejeitada por maioria: 16 vereadores votaram pelo não acolhimento da denúncia e seis votaram pela admissibilidade. 

O único pedido de impeachment acolhido pela Câmara foi o votado em dezembro de 2017. A denúncia por infrações político-administrativas, crimes de responsabilidade e improbidade administrativa era assinada por um grupo de 29 pessoas. 

Na época, a Comissão Processante emitiu parecer pela improcedência da denúncia contra o prefeito e os vereadores acataram. O pedido acabou arquivado.

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