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Reconhecimento08/07/2019 | 17h00Atualizada em 08/07/2019 | 17h00

Ex-governador Sartori é homenageado pela CIC e evita falar sobre política

Ele recebeu o título de Associado Honorário da entidade

Ex-governador Sartori é homenageado pela CIC e evita falar sobre política Juliana Bevilaqua/Agência RBS
José Quadros dos Santos, presidente do Conselho Deliberativo, Sartori, Ivanir Gasparin, presidente da CIC, e Dagoberto Lima Godoy, presidente do Conselho Superior Foto: Juliana Bevilaqua / Agência RBS

Longe dos holofotes desde que deixou o Palácio Piratini, o ex-governador José Ivo Sartori (MDB) foi homenageado pela Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul nesta segunda-feira (8), durante reunião-almoço. Ao lado do ex-governador Germano Rigotto (MDB), recebeu o título de Associado Honorário. Não houve discurso de nenhum dos dois, apenas o recebimento do diploma.

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Após a cerimônia, que também reconheceu três empresas e uma entidade assistencial com o Troféu Ítalo Victor Bersani, e muita insistência da imprensa, Sartori "deu uma palavrinha" sobre a premiação:

— Eu não estava acostumado a esse tipo de coisa, em todo caso, acho que pela minha equipe, pelo pessoal que trabalhou comigo, acho que é um reconhecimento a todos eles, que se dedicaram proficuamente aos interesses do Rio Grande do Sul e do seu futuro, mas também da minha família, que absorveu ao longo desse tempo toda a minha atividade e a minha presença. Sou muito agradecido à CIC, mas também agradecer à CIC pelos seus 118 anos. É uma entidade que orgulha muito o Rio Grande do Sul, porque ela soube, ao longo do tempo, se unificar e soube juntar todos os setores produtivos da sociedade e também defendendo os interesses da sua cidade, Estado e país.

Mas foi apenas isso. Não quis responder outras perguntas, evitando ter de falar sobre o futuro político ou comentar o governo de seu sucessor, o governador Eduardo Leite (PSDB). Nem mesmo o que anda fazendo quis dizer. Se despediu assim que um jornalista perguntou sobre as conversas de que ele poderia concorrer a prefeito no ano que vem.

— Por que o senhor não quer falar? — a reportagem perguntou.
— Não posso falar.
— Não pode por quê?
— Não quero falar — corrigiu-se.

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