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Legislativo04/02/2019 | 20h27Atualizada em 04/02/2019 | 20h27

Votação do pedido de impeachment do prefeito de Caxias do Sul é nesta terça

Daniel Guerra já tem oito votos a seu favor

Votação do pedido de impeachment do prefeito de Caxias do Sul é nesta terça Matheus Teodoro/Divulgação
Foto: Matheus Teodoro / Divulgação

Até o início da noite desta segunda-feira (4), eram oito votos contrários ao acolhimento do pedido de impeachment do prefeito de Caxias do Sul, Daniel Guerra (PRB), protocolado pelo ex-vice-prefeito Ricardo Fabris de Abreu (Avante) em dezembro do ano passado. Além de Adiló Didomenico (PTB), Arlindo Bandeira (PP) e Kiko Girardi (PSD) e dos dois vereadores da base, Elisandro Fiuza e Tibiriçá Maineiri, ambos do PRB, a bancada do PT formada por Denise Pessôa e Rodrigo Beltrão declarou ontem que votará pela não admissibilidade. 

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Ricardo Daneluz (PDT) também votará contra. Edi Carlos (PSB) havia declarado indefinição na sexta-feira, porém, com uma tendência de voto contrário. Seria o nono favorável a Guerra. Ainda há um décimo, de um vereador que pediu sigilo. Com mais dois votos contrários, Guerra consegue escapar do processo. Precisa de 12, ou da maioria simples (metade mais um) dos presentes. 

Alceu Thomé (PTB) irá votar "sim". Gládis Frizzo (MDB) e Rafael Bueno (PDT), da mesma forma, devem votar pelo acolhimento. Paula Ioris (PSDB) e a estreante Tatiane Frizzo (SD) preferiram não adiantar posições. As bancadas do PSB e MDB estavam reunidas ontem à noite para discutir o pedido, especialmente o novo item anexado ao documento na manhã de ontem por Fabris, que trata da nomeação de Chico Guerra (PRB), irmão do prefeito, como chefe de gabinete. O ex-vice entende que é um caso de nepotismo. 

A reportagem não conseguiu contato com os vereadores Gustavo Toigo e Velocino Uez, ambos do PDT. 

A votação do pedido de impeachment será o sexto momento da sessão de hoje. Antes, haverá a posse de Tatiane Frizzo (Solidariedade) e Tibiriçá Maineiri (PRB) como vereadores e o pronunciamento de Daniel Guerra. A Lei Orgânica prevê a presença do prefeito na abertura do ano legislativo. 

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