Se aprovada, Comissão de Segurança custará R$ 65 mil por ano - Política - Pioneiro

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Legislativo10/12/2018 | 17h38Atualizada em 10/12/2018 | 17h38

Se aprovada, Comissão de Segurança custará R$ 65 mil por ano

Assessor indicado pela presidência do grupo recebe salário de R$ 4.420,69

Se aprovada, Comissão de Segurança custará R$ 65 mil por ano Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

Os vereadores caxienses pretendem votar na penúltima sessão deliberativa do ano a criação da Comissão Permanente de Segurança Pública e Proteção Social. A proposta da vereadora Paula Ioris (PSDB) será apreciada em sessão extraordinária nesta terça-feira e contou com o apoio de outros 19 vereadores.

A nova comissão custará por ano aos cofres do Legislativo R$ 65.619,97, levando em conta o salário de cargo em comissão, padrão 6, no valor de R$ 4.420,69 e auxílio alimentação de R$ 627.

Paula diz que o objetivo da criação da comissão é no sentido de ter um espaço de debate sobre segurança como precisa a cidade. Ela conta que as demandas vão desde a segurança na Estação Férrea como o debate do consumo de bebida alcoólica na rua.

_ É muita demanda. Não podemos tratar um tema como esse como temporário.

Ainda não está definido se será criado um novo CC ou remanejado algum CC existente. A tucana adianta que existe um cargo vago que precisaria ser apenas nomeado.

_Não me detive neste aspecto. Vou querer ter alguém (CC) que transite e tenha perfil para a área. Existem pessoas que conhecem o assunto e preparadas para contribuir para a pauta.

Paula diz que pretende reivindicar a presidência da comissão, caso ela seja aprovada.

_ Tenho legitimidade de reivindicar (a presidência). Trabalho com esse tema aqui na Câmara.

Renato Nunes (PR) diz que não assinou o projeto porque já existe a Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Segurança da casa. Ele diz ainda que é contrário à criação de mais cargos de confiança.

Além de Paula, também assinam o projeto os vereadores Adiló Didomenico (PTB), Alceu Thomé (PTB), Arlindo Bandeira (PP), Chico Guerra (PRB), Denise Pessôa (PT), Edi Carlos Pereira de Souza (PSB), Felipe Gremelmaier (MDB), Flavio Cassina (PTB), Gladis Frizzo (MDB), Gustavo Toigo (PDT), Kiko Girardi (PSD), Neri, o Carteiro (SD), Paulo Périco (MDB), Rafael Bueno (PDT), Renato Oliveira (PCdoB), Ricardo Daneluz (PDT), Rodrigo Beltrão (PT), Velocino Uez (PDT) e Wagner Petrini (PSB). Não assinaram o documento Edson da Rosa (MDB), Renato Nunes (PR), e o presidente da Casa Alberto Meneguzzi (PSB).

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