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Opinião01/12/2018 | 09h21Atualizada em 01/12/2018 | 09h21

Mirante: prestação de serviço comunitário por vereador ainda não tem datas e horários definidos

Rafael Bueno deverá cumprir 30 horas em dois meses e entidade beneficiada terá que confirmar o trabalho realizado

Mirante: prestação de serviço comunitário por vereador ainda não tem datas e horários definidos Gabriela Bento Alves/Divulgação
Foto: Gabriela Bento Alves / Divulgação

Ainda não estão definidos os dias e horários que o vereador Rafael Bueno (PDT) irá prestar serviço comunitário, resultante de transação penal efetuada para evitar processo criminal por perturbação do sossego. Ele foi alvo de um Boletim de Ocorrência por parte da ex-secretária municipal de Esporte e Lazer Márcia Rohr da Cruz pelas mensagens deixadas em seu celular e pelo grande número de ligações quando ela ocupava a pasta, em julho do ano passado. O Ministério Público fez a acusação. 

No MP, a informação é de que o vereador tem que começar em breve. Conforme o termo da audiência ocorrida no dia 23, em que não houve conciliação, a prestação de serviços será por 30 horas, durante dois meses. Em caso de não cumprimento da transação penal, haverá o oferecimento de denúncia, com início do processo criminal. Também de acordo com o MP, podem ser cumpridas duas horas diárias ou acumular sete horas uma vez por semana.

No Jecrim (Juizado Especial Criminal), a informação é de que ele deve procurar a entidade onde prestará o serviço para definir quando vai começar. É a entidade que irá atestar o cumprimento, sendo assinada uma ficha toda vez que comparecer. Os comprovantes deverão ser encaminhados ao Jecrim por Rafael. 

O vereador disse ao Mirante que irá fazer a limpeza do parquinho da Amob do bairro Cristo Redentor, onde reside. 

Sobre a acusação, o vereador diz que buscava resposta a problemas de infraestrutura de pracinhas e, embora o telefone da secretária fosse o funcional, não era atendido. Ele admite ter efetuado mais de 40 ligações em um dia, das 6h à meia-noite. Na ocasião, ocorreu o vazamento do áudio em que Márcia se referiu ao Fiesporte como “imundícia”. O vereador deixou novas mensagens. 

A ex-secretária afirma que o tom das mensagens do vereador foi ofensivo, de coação e de perseguição. As declarações de Márcia sobre o Fiesporte tiveram grande repercussão, com desgaste para o governo Daniel Guerra (PRB), resultando em sua saída da secretaria. 

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