Mirante: cláusula de barreira impede eleição de candidato do Novo, em Caxias  - Política - Pioneiro

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Eleições 201815/10/2018 | 14h45Atualizada em 15/10/2018 | 15h24

Mirante: cláusula de barreira impede eleição de candidato do Novo, em Caxias 

Partido fez votação para eleger dois à Câmara dos Deputados, mas Mauricio Marcon não obteve os 10% exigidos de quociente eleitoral

Mirante: cláusula de barreira impede eleição de candidato do Novo, em Caxias  Facebook/Reprodução
Candidato do Novo a deputado federal obteve 11.003 votos e ficou como primeiro suplente Foto: Facebook / Reprodução

Primeiro suplente do Novo a deputado federal do Rio Grande do Sul, Mauricio Bedin Marcon, 31 anos, de Caxias do Sul, obteve 11.003 votos. Mesmo o partido tendo feito votação para eleger dois, ele não se tornou titular devido à cláusula de barreira. Marcon não alcançou 10% do quociente eleitoral. Marcel Van Hattem, do Novo, foi o campeão de votos no Estado com 349.855 votos e fez 17.532 em Caxias.

Existe a possibilidade de Marcon assumir temporariamente na Câmara dos Deputados diante de uma eventual licença de Van Hattem (ele pode viajar para a Europa para um curso).

Conforme Marcon, existe no Novo a política de abrir espaço para suplente, como forma de projetar o partido e nomes.

"Luta desigual"

Diante da votação feita por Van Hattem especificamente em Caxias, Marcon ressalta que o agora deputado federal eleito puxa muito voto porque tem uma caminhada bem maior.

— Ele tem fãs — define.

O suplente diz que, por não usar dinheiro público, houve uma luta desigual em relação a candidatos de outros partidos, tendo feito sua campanha basicamente por redes sociais, WhatsApp e "pé na estrada".

Ele contou com R$ 24.851,43 de recursos (dele, doações de pessoas físicas e do partido), conforme o site do TSE.

Eleição municipal

As eleições municipais de 2020 começam a ser analisadas pelo Novo já nesta semana. Na quarta-feira, segundo Mauricio Marcon, haverá reunião em Caxias para avaliar os resultados desta eleição e traçar metas para a próxima. Aumentar o número de filiados  é fundamental. Na quinta-feira, a direção nacional deve passar as diretrizes para 2020.

— Não posso afirmar que teremos candidato à prefeitura — diz Marcon.

Existe a ideia de que ele vá a prefeito ou a vice. No entanto, a chance maior de vitória seria disputando uma vaga de vereador. Porém, o Novo obriga que seus eleitos cumpram o mandato ou abram mão para concorrer a outro. Ou seja, se for eleito vereador e quiser, depois, concorrer a deputado, precisará deixar a cadeira e ter a renúncia aprovada pelos diretórios municipal, estadual e nacional.

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