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Eleições 201816/09/2018 | 21h03Atualizada em 17/09/2018 | 13h25

Mirante: Do hospital, Bolsonaro faz campanha e acusa fraude eleitoral

Candidato a presidente falou pela primeira vez após ter sido esfaqueado

Mirante: Do hospital, Bolsonaro faz campanha e acusa fraude eleitoral Facebook/Reprodução
Foto: Facebook / Reprodução

Pela primeira vez, depois de ter sido esfaqueado há dez dias em Juiz de Fora (MG), o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) falou ao público. Impossibilitado de estar com os eleitores, Bolsonaro fez campanha eleitoral numa transmissão ao vivo do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, autorizada pela equipe médica. Ele atacou o PT e Lula, insistindo em fraude nas eleições pela ausência do voto impresso.

— A grande preocupação não é perder no voto, é perder na fraude. Essa possibilidade de fraude no segundo turno, talvez até no primeiro, é concreta — disse o presidenciável, argumentando que os ministros do TSE não têm conhecimento de informática.

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Ou seja, ele procura passar a ideia de que, se perder, é porque houve fraude. E se ganhar, o que dirá a respeito da lisura do pleito?

Mesmo ofegante, com dificuldades para falar e emocionando-se em alguns momentos, não economizou no bombardeio. 

— Se coloquem no lugar do presidiário que está lá em Curitiba com toda sua popularidade, com toda sua possível riqueza, com todo seu tráfico junto a ditaduras do mundo todo que se auto apoiam, em especial em Cuba, você aceitaria passivamente ir para a cadeia? Você não tentaria uma fuga? Bem, se você não tentou fugir com tudo ao teu lado, é obviamente porque você tem um plano B. Qual é o plano B desse presidiário, desse homem pobre lá atrás, que roubou toda a nossa esperança? Eu não consigo pensar em outra coisa a não ser o plano B se materializar numa fraude favorável ao Lula.

E acrescentou:

— O (Fernando) Haddad eleito presidente assina no mesmo minuto da posse o indulto de Lula e no minuto seguinte nomeia-o chefe da Casa Civil.

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