Voges diz que fica até fim de 2019 na Maesa - Política - Pioneiro

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Mirante12/07/2018 | 07h01Atualizada em 12/07/2018 | 07h01

Voges diz que fica até fim de 2019 na Maesa

Em julho de 2016, porém, a informação era de que sairia até dezembro do ano seguinte

Voges diz que fica até fim de 2019 na Maesa Daniel Corrêa/Divulgação
Vereador Rafael Bueno e representantes de entidades comunitárias e cultural visitaram as instalações Foto: Daniel Corrêa / Divulgação

O diretor-presidente da Voges, Osvaldo Voges, disse nesta quarta-feira ao vereador Rafael Bueno (PDT) e a representantes de entidades comunitárias e da área cultural que a desocupação total da fundição instalada no prédio da Maesa será apenas no final de 2019. Ele disse que de "forma autoritária", a prefeitura exigiu a devolução do imóvel em janeiro deste ano. A empresa, então, assinou um Termo de Ajustamento para que esse prazo fosse prorrogado ao menos até 31 de julho, mas, agora, às vésperas da data não existe condições físicas e estruturais para a saída do local. 

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Porém, em julho de 2016, ele afirmou que sairia até dezembro do ano seguinte.

Voges aproveitou para engrossar o coro de que não há diálogo com o governo municipal. Ele mostrou a área ocupada, apresentou laudos e demais informações técnicas. Sustentou que não existe risco de contaminação aos funcionários e meio ambiente. Sobre não pagar aluguel há oito meses, disse que haverá uma audiência na Justiça em 24 de julho.

O vereador, forte opositor do governo Daniel Guerra (PRB), saiu da visita convencido pelas afirmações do empresário. Para Bueno, Voges tem uma postura correta e responsável na área que está ocupando.

Claro que o vereador e demais órgãos devem cobrar da prefeitura a manutenção do prédio histórico, mas se conformar com a saída da empresa apenas no final de 2019, bem como achar normal não ocorrer o pagamento do aluguel é bem politiqueiro. É conhecido o histórico das dívidas trabalhistas de Voges. Não tem como ocorrer a ocupação total enquanto uma metalúrgica estiver no local. A necessidade de deixar a Maesa já era conhecida na doação do imóvel, em 2014.

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