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Mirante23/07/2018 | 07h00Atualizada em 23/07/2018 | 14h03

Sartori lembra que aliança com PSB começou em Caxias

Mesmo sem ter anunciado oficialmente que concorre, governador esteve no congresso para definir rumo às eleições

Sartori lembra que aliança com PSB começou em Caxias Luiz Chaves/Divulgação
Lideranças do PSB de Caxias do Sul, como o presidente Adriano Boff e Elói Frizzo, CC no governo do Estado, reafirmaram apoio a Sartori Foto: Luiz Chaves / Divulgação

O PSB gaúcho confirmou a coligação com o MDB em torno da reeleição de José Ivo Sartori ao Piratini, como era esperado. Chamou atenção o fato de Sartori, que até agora não falou oficialmente sobre a participação na disputa, ir ao encontro do PSB, sábado. Ele discursou e lembrou que a parceria com o PSB teve início na prefeitura de Caxias do Sul, em 2008, com continuidade na eleição à Presidência da República, em 2014. 

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— Como governador de todos os gaúchos, não poderia deixar de estar aqui, no congresso estadual do PSB, que tanto contribui neste processo de mudança e transformação que iniciamos em nosso governo — justificou Sartori. 

Em frente à Assembleia Legislativa, onde ocorreu o congresso, o registro de Sartori ao lado de lideranças do PSB caxiense, como o presidente Adriano Boff e Elói Frizzo, que licenciou-se da Câmara de Vereadores para ser CC no governo do Estado, reforça o apoio ao companheiro de governos. 

Em maio, quando surgiu o nome de Hermes Zaneti como pré-candidato do PSB ao Piratini, Frizzo definiu como “um delírio numa noite de verão”. E garantiu que por ampla maioria haveria a coligação com o MDB. Frizzo é próximo de Beto Albuquerque, que teve o nome aprovado para concorrer ao Senado. 

O PSB tem três candidatos a deputado federal de Caxias e nenhum a estadual (Wagner Petrini, Max Mota e Tatiane Duarte). À Assembleia Legislativa, o apoio vai para Catarina Paladini e Elton Weber. 

Racha interno

O Movimento Levanta, Rio Grande!, que defendia o nome de Zaneti, por sua vez, divulgou nota informando que a candidatura foi retirada por negativa de apreciar questões como a forma de enfrentamento da dívida pública, a defesa de estatais estratégicas, as políticas públicas em áreas como educação, saúde e segurança e as políticas de cultura, de ensino superior, de ciência e tecnologia.

 Conforme a nota, a negativa em discutir esses temas antes da decisão sobre a política eleitoral evidenciou a existência de tratativas pré-acordadas com o atual governo. 

"A retirada de nossa candidatura, antes mesmo da votação sobre a estratégia eleitoral, revelou-se imperativa quando ficou evidenciado que o atual governador, senhor José Ivo Sartori, aguardava na porta do Palácio Piratini, à espera da aprovação da coligação eleitoral que viabilizaria o lançamento de sua pré-candidatura à reeleição, o que até então não havia sido formalizada pelo seu próprio partido, o MDB", diz o movimento.

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