Quarto pedido de impeachment contra Daniel Guerra irrita presidente da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul - Política - Pioneiro

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Mirante18/06/2018 | 08h30Atualizada em 18/06/2018 | 19h12

Quarto pedido de impeachment contra Daniel Guerra irrita presidente da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul

Alberto Meneguzzi (PSB) disse: "não compactuo com esta palhaçada"

Quarto pedido de impeachment contra Daniel Guerra irrita presidente da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul Felipe Padilha/Divulgação
Presidente da Câmara, Alberto Meneguzzi, disse que procedimento desgasta cada vez mais imagem da classe política Foto: Felipe Padilha / Divulgação

O presidente da Câmara de Vereadores, Alberto Meneguzzi (PSB), posicionou-se em suas redes sociais sobre o quarto pedido de impeachment do prefeito Daniel Guerra (PRB), protocolado na quinta e retirado pelo autor, o comerciante Luis Carlos Ferreira Junior, em menos de 24 horas.  "Não compactuo com esta palhaçada que alguns fazem para envergonhar o Legislativo", escreveu. A postagem foi feita na noite de sexta-feira.

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"Protocolou ontem e hoje (sexta) solicitou a retirada do documento, ou seja, um impeachment e um "desimpeachment" (se é que existe esta palavra). Este constrangimento que alguns tentam proporcionar em Caxias já passou dos limites. Não serei conivente com este tipo de procedimento, que surge apenas para desgastar cada vez mais a imagem da classe política e prejudicar o andamento dos trabalhos do Legislativo e Executivo", escreveu. 

Meneguzzi salientou que, "infelizmente, a lei federal permite que qualquer pessoa possa protocolar um pedido de impeachment, e ele precisa ir imediatamente para análise na sessão seguinte". E informou ter solicitado um estudo para evitar a proliferação dessa prática.

"Já solicitei para que o setor jurídico da Casa faça um estudo para tentar evitar esse tipo de situação no futuro. Quantos outros pedidos teremos? A nossa cidade parece estar hoje no suprassumo da ignorância política, sendo comentada no Brasil inteiro."

Meneguzzi afirmou que está abrindo todas as pontes de diálogo com o prefeito e conversado com vários secretários. Mas acrescentou que continuará fiscalizando, que é sua função e a da Câmara.

O quarto pedido tinha como base os áudios em que o líder do governo, Chico Guerra (PRB), sugere ao ex-coordenador de Relações Comunitárias, Rafael Bado, dar um "corretivo" no presidente da associação de moradores do Cânyon, Marciano Correa da Silva.

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