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Eleição suplementar04/06/2018 | 20h47Atualizada em 04/06/2018 | 20h47

Prefeito de 2016 está de volta à prefeitura de Bom Jesus

Decisão cautelar do TSE reconduziu Frederico Becker ao cargo

Prefeito de 2016 está de volta à prefeitura de Bom Jesus Guerreiro/Divulgação PMPA/Divulgação
Lico, como é conhecido, retornou à prefeitura de Bom Jesus nesta segunda-feira Foto: Guerreiro/Divulgação PMPA / Divulgação

O prefeito de Bom Jesus eleito no domingo, Diogo Grazziotin Dutra (PP), ainda não tomou posse. Sua vitória não significa que ele irá assumir a cadeira no Executivo. Isso porque uma decisão cautelar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do dia 30 de maio reconduziu o prefeito eleito em 2016, Frederico Becker (PP), ao cargo. Ele retornou à prefeitura nesta segunda-feira. 

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Lico, como é conhecido, teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio Grande do Sul em março sob a justificativa de ter praticado condutas vedadas durante o período eleitoral de 2016. Conforme a decisão, Lico e o seu vice, Sérgio Varela, também do PP, somente deixam o cargo após uma sentença final do TSE que mantenha a cassação. Se a decisão for pela absolvição dos dois, o pleito de domingo passado ficará sem efeito. 

Dutra foi eleito pela coligação PP/PSDB/PT. Ao lado do vice, Valfredo Fonseca, obteve 3.146 votos (49,3% dos votos válidos). O candidato Diogo Kramer, da coligação PDT/PMDB, somou 2.787 votos (43,7%), e Luciano Vanin Rodrigues (PSB) obteve 446 votos (7%).

Foram apurados 6.719 votos no total, sendo 6.379 válidos, 194 em branco e 146 nulos, com abstenção de 1.322 votos, ou 15,8% do total de 8.343 eleitores para o município, conforme atualização no site do TRE. 

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