Indeferida instauração de inquérito contra o prefeito de Caxias pela expressão "mini-Brasília" - Política - Pioneiro

Versão mobile

 

Mirante29/06/2018 | 10h51Atualizada em 29/06/2018 | 11h23

Indeferida instauração de inquérito contra o prefeito de Caxias pela expressão "mini-Brasília"

Pedido de providências, que foi rejeitado por promotor, havia sido encaminhado pelo ex-prefeito Alceu Barbosa Velho 

Indeferida instauração de inquérito contra o prefeito de Caxias pela expressão "mini-Brasília" Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Alceu queria que fosse apurada "possível conduta improba" de Guerra pelas declarações Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

 O promotor de Justiça Alexandre Porto França indeferiu a instauração de inquérito civil, como pretendia o ex-prefeito Alceu Barbosa Velho (PDT), contra o prefeito Daniel Guerra (PRB). O pedetista, que pode recorrer, queria que fosse apurada possível conduta improba de Guerra em função das declarações feitas à RBS TV, no início de janeiro. Trata-se do uso da expressão “mini-Brasília”, que causou alvoroço. Inclusive recebeu como resposta a definição de “miniprefeito”.

Leia mais:
Expressão "mini-Brasília" provoca pedido de providências

Na entrevista, o prefeito afirmou: "Nós sabíamos que no momento em que nós iríamos fazer com que a mini-Brasília que existia em Caxias não pudesse mais ter em Caxias do Sul..." E também: "... Porque realmente a farra do dinheiro público, a ilegalidade e a irregularidade que existia na prefeitura até final de 2016 acabou".

A investigação solicitada por Alceu e pelo ex-chefe de Gabinete e ex-secretário de Governo, Agenor Basso (PDT), por meio de um pedido de providências, era para apurar a existência ou não de necessários procedimentos de hipotéticas irregularidades (na administração passada) e, caso inexistentes, a possível prática de conduta improba do prefeito ou o reconhecimento de que as declarações teriam sido caluniosas. Eles defendiam que, se havia irregularidades e ilegalidades e Guerra sabia, ele deveria ter tomado as medidas cabíveis.

"A conduta praticada por Daniel Guerra não causou dano ao erário de Caxias e/ou gerou enriquecimento ilícito”, consta na decisão. Diz ainda que “não se identifica de forma clara e necessária para dar início à investigação desse viés, a intenção em retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, objetivando faltar com honestidade ou lealdade à instituição pública que representa".

Leia também:
Permanência de CC na Câmara de Vereadores de Caxias é questionada
Aanergs tem novo presidente para a gestão 2018-2019

 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros