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Mirante04/06/2018 | 08h00Atualizada em 04/06/2018 | 18h06

Governo Temer recorreu às redes sociais para negar novas paralisações

Planalto investiu em mensagens do tipo "Não acredite em fake news"

Governo Temer recorreu às redes sociais para negar novas paralisações Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Depois de ter sido atropelado pelos caminhoneiros na greve que abalou o país e que teve o WhatsApp como principal fonte de articulação, o governo Michel Temer (MDB) decidiu investir nas redes sociais para negar que a paralisação vá ter prosseguimento. 

Diversos vídeos e outras postagens foram publicados no sábado. "Não acredite em fake news", frisa o governo.

Desta vez, o governo não se arriscou a ignorar. A reação se deve à convocação feita pelo caminhoneiro Wallace Landim, conhecido como "Chorão", para os manifestantes se reunirem em Brasília. 

"Tem gente que quer usar a paralisação dos caminhoneiros para espalhar o caos pelo Brasil. Querem se promover, criar confusão, prejudicar a população", diz uma postagem do governo. Insistindo que a greve acabou, um dos vídeos afirma que "os caminhoneiros de verdade voltaram ao trabalho com o acordo fechado com o governo e a categoria. Os radicais ainda tentam inflamar e botar medo nas pessoas espalhando mentiras por aí". 

As publicações do Planalto também reafirmam os R$ 0,46 concedidos de desconto sobre o óleo diesel e solicitam que sejam feitas denúncias caso o desconto não esteja sendo aplicado. 

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