"Joaquim Barbosa é uma pedra bruta que precisava ser lapidada", diz Beto Albuquerque sobre companheiro de partido - Política - Pioneiro

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Mirante11/05/2018 | 13h47Atualizada em 11/05/2018 | 14h13

"Joaquim Barbosa é uma pedra bruta que precisava ser lapidada", diz Beto Albuquerque sobre companheiro de partido

Pré-candidato ao Senado afirma que para o governo do Estado apoio do PSB é à reeleição de José Ivo Sartori (MDB)

"Joaquim Barbosa é uma pedra bruta que precisava ser lapidada", diz Beto Albuquerque sobre companheiro de partido Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Beto Albuquerque participou de audiência pública sobre o Plano Nacional de Redução de Mortes no Trânsito, de projeto de sua autoria, em Caxias Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

O pré-candidato ao Senado, ex-deputado federal e ex-candidato a vice-presidente da República ao lado de Marina Silva em 2014, Beto Albuquerque (PSB), veio a Caxias nesta quinta-feira participar de audiência pública na FSG sobre o Plano Nacional de Redução de Mortes no Trânsito, lei que entrou em vigor neste ano resultante de projeto de sua autoria. Uma série de encontros serão realizados e, em agosto, o Cetran RS encaminhará os resultados para o Conselho Nacional de Trânsito.

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Beto falou sobre a decisão do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, de não concorrer à Presidência. Ele disse que não surpreendeu, em razão de questões pessoais já expostas quando de sua filiação ao PSB, no início de abril.

Foi o segundo revés consecutivo sofrido pelo PSB para uma eleição presidencial — a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos em 2014 e agora a negativa do ex-ministro, visto como o novo diante da crise política.

— Joaquim é uma pedra bruta que precisava ser lapidada — definiu Beto sobre a relação do ex-ministro com a política.

Se em âmbito federal o PSB precisa rever o rumo a ser tomado, no Estado o caminho já está definido. Seguirá aliado ao MDB de José Ivo Sartori. 

Embora o governador ainda não tenha declarado oficialmente que vai concorrer, na opinião de Beto, a defesa à reeleição deve ser usada claramente na campanha. Disse que o Rio Grande do Sul se orgulha de não reeleger governador, mas questiona se a interrupção de um projeto a cada quatro anos é boa para o Estado.

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