Câmara de Vereadores vota pedido de licença por um mês do vice-prefeito de Caxias - Política - Pioneiro

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Mirante29/05/2018 | 07h30Atualizada em 29/05/2018 | 07h30

 Câmara de Vereadores vota pedido de licença por um mês do vice-prefeito de Caxias

Ricardo Fabris diz que vai a Fortaleza para se aprofundar no tema da segurança pública

 Câmara de Vereadores vota pedido de licença por um mês do vice-prefeito de Caxias Arquivo Pessoal/Divulgação
Vice-prefeito esteve no mês passado em Fortaleza e diz que quer retornar para se aprofundar no tema de segurança pública Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

A Câmara de Vereadores de Caxias vota, nesta terça-feira, pedido de licença do vice-prefeito Ricardo Fabris de Abreu (Avante) por um mês (1º a 30 de junho). Ainda em maio, Fabris esteve de férias na Alemanha por 10 dias, conforme disse, acumuladas de 2016, do Tribunal Regional do Trabalho, onde é servidor licenciado. 

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Ele diz que solicitou a licença porque o período é superior a 15 dias e garante que não se trata de férias. Conforme a justificativa, ele irá para Fortaleza (CE) para se aprofundar no tema de segurança pública, após ter conhecido o trabalho realizado pelo núcleo de mediação de conflitos, o projeto do plano de proteção urbana e os investimentos na Guarda Municipal. Ele obteve o aval do secretário de Segurança Cidadã de Fortaleza, Antônio Azevedo Vieira Filho, para examinar com maior profundidade o trabalho. 

"Trata-se de iniciativa pessoal", diz o vice no ofício ao secretário.

"Apreço pela segurança"

Fabris destaca: "O interesse pelas matérias de segurança pública, o apreço pelas forças de segurança e a convicção que a municipalização da polícias é necessidade imediata foram os elementos que me conduziram à vida pública no ano de 2016".

O vice não recebe salário da prefeitura, mas, sim, do TRT.

Ele diz que Fortaleza é referência e que pretende elaborar um trabalho que apresentará ao prefeito Daniel Guerra (que ele já sabe que nem será lido) e, futuramente, à próxima administração. 

Fortaleza, porém, de acordo com a ONG do México Seguridad, Justicia y Paz, é a sétima cidade mais violenta do mundo e a segunda do Brasil. 

Não bastasse recém ter se ausentado do país, mesmo que ele não tenha atuação no governo, diante do atual momento a nova ausência não vai pegar bem.

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