"Tem de ser pedido para quem prometeu", dispara prefeito de Caxias sobre obras do Orçamento Comunitário - Política - Pioneiro
 

Mirante08/02/2018 | 13h38Atualizada em 08/02/2018 | 13h52

"Tem de ser pedido para quem prometeu", dispara prefeito de Caxias sobre obras do Orçamento Comunitário

Guerra afirma não ter compromisso com as obras eleitas pela comunidade antes de seu mandato, porque seu governo tem a metodologia do Gabinete Itinerante

"Tem de ser pedido para quem prometeu", dispara prefeito de Caxias sobre obras do Orçamento Comunitário Felipe Nyland/Agencia RBS
Guerra diz que não tem passivo de promessas de obras Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

Ao fazer o balanço do primeiro ano de governo e falar de 2018, o prefeito Daniel Guerra (PRB) disse que não tem compromissos com as obras eleitas pelo Orçamento Comunitário (OC). Ele deixou claro que seu contato com a comunidade e atendimento de demandas se dá por meio do Gabinete Itinerante. As referências ao OC e à União das Associações de Bairros (UAB), com quem tem travado conflitos, foi um dos momentos mais fortes nas declarações.

Leia mais:
Para o prefeito de Caxias, CCs com ligações familiares justificam-se pelo currículo
Prefeito de Caxias do Sul apresenta obras para 2018
Justiça indefere liminar à UAB para o repasse de verbas pela prefeitura de Caxias 

— Nós não temos nenhum passivo de promessa de obras com a comunidade. Quem o fez que cumpra e que responda. Nós temos a metodologia do Gabinete Itinerante, que é: se faz o que se pode e se pode, tem prazo de início e de conclusão. Quem assumiu (a realização das obras) que seja cobrado rigorosamente pelas pessoas. O passivo que dizem tem que ser pedido para quem prometeu, que não foi o prefeito Guerra em nenhum minuto.

Guerra diz que não há conflitos com o movimento comunitário e que é extremamente bem recebido em todas as comunidades. Mas disparou contra a UAB:

— Existe um grupo de pessoas que se utiliza de uma parte do movimento comunitário, como se partidário fosse. Direção, integrantes, que têm explicitamente vínculo partidário, dentre eles com o que ficou aqui 12 anos e não resolveu o que prometeu o que resolveria. Então, é movimento politiqueiro, partidário, ideológico de pessoas que não entenderam que este ciclo ineficiente acabou.

:: Ter filiação partidária não pode ser vista como problema. O próprio prefeito tem e, ao falar desta forma desconsidera, sim, o movimento comunitário, que tem na UAB sua representação legitimamente eleita.

 
 
 

Veja também

 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros