Presidente da Câmara de Caxias diz que preocupação com segurança na Casa é procedente - Política - Pioneiro

Mirante05/02/2018 | 21h17Atualizada em 06/02/2018 | 13h24

Presidente da Câmara de Caxias diz que preocupação com segurança na Casa é procedente

Alberto Meneguzzi considera exagero o que apontam os grupos "Por Uma Caxias Sem Mentiras" e "Patriotas de Plantão", mas admite que é preciso maior controle no acesso

Presidente da Câmara de Caxias diz que preocupação com segurança na Casa é procedente Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Meneguzzi disse que ainda não havia recebido o documento, mas informou que estão estudando formas de disciplinar a entrada Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

O presidente da Câmara de Vereadores, Alberto Meneguzzi (PSB), disse na noite desta segunda-feira que ainda não havia recebido o documento protocolado na Casa para que sejam tomadas providências de segurança urgentes no acesso ao Legislativo, especialmente ao plenário. Meneguzzi, com base no que foi publicado, considera um exagero o que colocam os grupos, mesmo assim entende que é preciso um controle maior no acesso, sem coibir. 

A solicitação foi protocolada nesta segunda na Câmara de Vereadores e no Ministério Público e é de autoria dos grupos "Por Uma Caxias Sem Mentiras" e "Patriotas de Plantão", apoiadores do prefeito Daniel Guerra (PRB). 

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— A preocupação é procedente, mas não por causa do processo de impeachment. É preciso fazer um estudo de como fazer o acesso aos gabinetes, ao plenário e pelo estacionamento dos fundos. Hoje, como ingressam na Casa, é livre demais. É muito liberado — admite o presidente da Câmara.

Meneguzzi afirma que estão estudando de que forma podem disciplinar a entrada. 

Os grupos "Por Uma Caxias Sem Mentiras" e "Patriotas de Plantão"  sugerem que todas as pessoas que ingressarem à Câmara de Vereadores, exceto servidores da Casa, sejam identificados com documento com foto, como ocorre em outros prédios públicos, seja proibida a entrada com armas brancas e de fogo, bem como portar objetos como paus, madeiras, apitos, panelas, banners ou cartazes com hastes. 

O pedido resulta de episódios ocorridos em manifestações na Casa, sendo citadas as sessões de 5 de setembro de 2017, quando uma mulher teve a blusa rasgada, e de 1º de fevereiro deste ano, abertura do ano legislativo, quando o prefeito foi hostilizado. 

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