Ano político começa nesta quarta-feira pra valer, e será vertiginoso - Política - Pioneiro

Mirante14/02/2018 | 07h35Atualizada em 14/02/2018 | 07h35

Ano político começa nesta quarta-feira pra valer, e será vertiginoso

Já esta semana olhares estão voltados para comissão que elabora parecer prévio sobre denúncia de impeachment contra o prefeito

Ano político começa nesta quarta-feira pra valer, e será vertiginoso Roni Rigon/Agencia RBS
Câmara irá decidir sobre futuro do prefeito Guerra, na foto, na abertura do ano legislativo Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

Já é lugar comum  a afirmação de que o ano só começa depois do Carnaval. Na área política, é muito difícil que não seja diferente, mesmo que o ano legislativo das diversas casas parlamentares já tenha começado, mas é sempre em câmera muito lenta. 

Este ano, o próprio desfile das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro, especialmente o da escola de samba Paraíso do Tuiuti, se encarregou de colocar mais lenha na fogueira no debate nacional.

Mas o ano político, de verdade, começa a partir desta quarta-feira (à tarde), e será vertiginoso. No município, não há eleição, mas já esta semana os olhares estão voltados para a Câmara, onde a comissão processante deve concluir, até sexta-feira, parecer prévio sobre denúncia de impeachment contra o prefeito Daniel Guerra. O ambiente deve se acirrar ainda mais. Há uma tendência, pela composição da comissão processante, de que o parecer será pelo seguimento do processo. Mas não é mais do que uma tendência. E daí em diante, a tensão só aumentará. Parece não haver mudança em relação ao comportamento dos principais atores políticos em relação a 2017, um ano de muitos conflitos.

2018 vai pegar fogo.

Segunda instância

No país, a definição sobre a prisão ou não do ex-presidente Lula após decisão de segunda instância estará no centro do cenário político. Assim como a própria discussão, pelo Supremo Tribunal Federal, se a prisão após a segunda instância será validada ou não. Em jogo, qual a extensão do instituto da presunção de inocência.

Se Lula será ou não candidato à Presidência é outra dúvida central do jogo político em 2018.

Muitos candidatos

Afora essas questões explosivas, nunca desde 1989 tantos nomes estão se prontificando a ser candidatos ao Planalto e ao Piratini. Há pelo menos 16 nomes citados à Presidência, inclusive Fernando Collor (PTN). Isso sem contar os candidatos de partidos menores. E, para o Piratini, oito partidos têm intenção e nomes para pré-candidaturas.

O debate fica ampliado com mais candidatos. Melhor do que com poucos.

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