Vereador propõe pacto pela governabilidade de Caxias - Política - Pioneiro

Mirante01/12/2017 | 08h30Atualizada em 01/12/2017 | 08h30

Vereador propõe pacto pela governabilidade de Caxias

Adiló Didomenico defende que, diante do clima tenso, prefeito Daniel Guerra, vice, secretários e vereadores façam um dia de retiro para discussão

Vereador propõe pacto pela governabilidade de Caxias Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Apelo de Adiló é para saber para onde o prefeito quer conduzir a cidade e disse que todos devem desarmar os ânimos Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

O vereador Adiló Didomenico (PTB) propôs que seja feito um pacto por Caxias, considerando o clima tenso que a cidade vive, para ouvir do governo o que ele realmente quer.

— A gente tem informações de que o prefeito está indo para os bairros com segurança, que fazem questão de exibir suas armas quando descem do carro. Isso nunca foi visto em lugar nenhum. Os moradores estão ligando para nós desesperados. A situação está chegando a um ponto de ingovernabilidade total — afirmou o petebista na sessão desta quinta-feira.

No dia anterior, Elói Frizzo (PSB) já havia levantado a questão dos seguranças usados pelo prefeito Daniel Guerra (PRB).

Adiló fez um apelo ao líder do governo, Chico Guerra (PRB), para que em um final de semana o Executivo reúna o prefeito, todo o secretariado e também o vice-prefeito (Ricardo Fabris), junto com os vereadores, no sentido de recuperar a governabilidade. Em síntese, para saber para onde o prefeito está querendo conduzir a cidade, uma vez que falta clareza por parte do governo.

— Por um lado, a gente tem a impressão de que falta dinheiro; por outro lado, nós vemos um governo que nega a realização de um Refis, onde poderia entrar recursos e viabilizar também as condições das pessoas para poderem se colocar em dia — exemplificou. 

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Ele reforçou a dificuldade de relacionamento dos entes públicos e  da comunidade com o Executivo.

Adiló pediu que fosse dada essa oportunidade de Chico levar a proposta ao Executivo,  e que todos desarmassem os ânimos para conversar.

— A gente não tem que conversar só com aqueles que a gente tem simpatia ou que pensam igual a nós. Temos que ouvir o contraditório.

 

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