Justiça julga improcedente ação que pedia cassação de vereadores de Nova Prata - Política - Pioneiro

Na Serra13/11/2017 | 19h28Atualizada em 13/11/2017 | 19h39

Justiça julga improcedente ação que pedia cassação de vereadores de Nova Prata

Representantes alegavam que coligação lançou candidata "laranja" na eleição de 2016 

A Justiça julgou improcedente a ação de investigação judicial eleitoral contra a coligação Nova Prata União e Crescimento, formada por PTB, PP, PSC e PCdoB. Ela pedia a anulação dos votos dos partidos da aliança e a cassação dos diplomas dos vereadores Magnos Spagnol (PP) e Mario Cortelini (PCdoB), eleitos em 2016. A sentença é do juiz Carlos Koester. 

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A ação foi ajuizada em 14 de outubro do ano passado, logo após o resultado do pleito, por Ismael Frison e Vilmar Zugno, candidatos a vereador pelo PMDB e PSD, respectivamente, na eleição de 2016. A alegação era de que houve fraude com a candidatura de Marinelza Lurdes de Oliveira, presidente municipal do PSC na época. Ela não fez nenhum voto no pleito e foi considerada "laranja" pelos adversários. 

Conforme o despacho do juiz, emitido nesta segunda-feira, "não há como afirmar que a inexistência de votos em favor de Marinelza permita concluir sobre a ocorrência de fraude à legislação eleitoral." Além disso, a sentença ainda diz que as provas revelam que houve produção de material gráfico e campanha, ainda que tímida. 

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O advogado de Frison e de Zugno, Giovanni Ceccagno, diz que irá recorrer da decisão:

— Acho que no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) temos chances de ganhar.  

 

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