Aprovada criação de boletim eletrônico para escolas particulares de Caxias do Sul - Política - Pioneiro

Câmara01/09/2017 | 14h29Atualizada em 01/09/2017 | 14h29

Aprovada criação de boletim eletrônico para escolas particulares de Caxias do Sul

Proposta depende da sanção do prefeito para virar lei

Aprovada criação de boletim eletrônico para escolas particulares de Caxias do Sul Fernando Gomes/Agencia RBS
Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

O que já é realidade em escolas privadas pode virar lei em breve. Foi aprovado nesta quinta-feira pelos vereadores o projeto de lei que cria o boletim escolar eletrônico nos colégios particulares.

Leia mais
Painel segue tapando divisória no gabinete do vice-prefeito de Caxias
A Cidade que Queremos: Isenções fiscais para quem preserva o patrimônio histórico de Santos
Vereador Beltrão e ex-prefeito de Caxias do Sul fazem acordo e dão fim a processo judicial
Pedido de impeachment está em compasso de desgaste político do prefeito Daniel Guerra

De autoria da vereadora Denise Pessôa (PT), a proposta inicial previa a criação da ferramenta em escolas municipais, mas foi alterada, porque era inconstitucional — o Legislativo não pode apresentar projetos que gerem gastos ao município. A vereadora, então, manteve a exigência para a rede privada.

Mas a intenção de Denise, que está em licença-maternidade, é apresentar, quando voltar à Câmara, indicação ao Executivo para que implante o boletim eletrônico nas escolas municipais. Indicações, ao contrário de projetos, são sugestões que o vereador faz e a administração acata se desejar.

— O boletim eletrônico é uma forma de os pais acompanharem o desempenho dos filhos, mesmo a distância — justifica Denise.

Olhômetro - De olho nos vereadores

A proposta prevê que o boletim forneça, além das notas, a frequência dos estudantes. Cada escola criaria o seu sistema para disponibilizar as informações para pais e alunos. Somente o aluno e seus representantes legais poderão acessar o boletim.

O projeto estipula multa para caso de descumprimento. A pena é de 50 valores de referência municipal (VRM), sendo que cada VRM corresponde a R$ 31,33. Para virar lei, a proposta depende da sanção do prefeito Daniel Guerra (PRB). Conforme a assessoria de imprensa, o prefeito aguarda a chegada do projeto para análise da viabilidade.


 

Veja também

Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros