Projeto obriga postos de combustíveis a expor reajustes, em Caxias  - Política - Pioneiro

Mirante05/06/2017 | 09h10Atualizada em 05/06/2017 | 09h10

Projeto obriga postos de combustíveis a expor reajustes, em Caxias 

Alberto Meneguzzi defende antecedência mínima de 36 horas

Projeto obriga postos de combustíveis a expor reajustes, em Caxias  Alessandra Perez/Divulgação
Vereador Meneguzzi diz que muitas vezes consumidor é vítima de propaganda enganosa Foto: Alessandra Perez / Divulgação

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou projeto que procura dar mais clareza aos processos de majoração e redução nos preços praticados pelas revendas de derivados de petróleo em Caxias do Sul. A proposta obriga os postos de combustíveis a expor de foma visível, com antecedência mínima de 36 horas, o percentual e o valor a ser majorado ou reduzido. Poderá ser uma placa ou painel luminoso.

— O preço da gasolina comum, por exemplo, chega a ter R$ 0,34 de diferença se comparamos Caxias com Porto Alegre e R$ 0,20 com Bento Gonçalves e isso é muito estranho. Além disso, outro fator é a questão do reajuste: quando a Petrobras anuncia reajuste na sexta-feira, no final de semana as bombas já amanhecem com preço alterado. Quando acontece o contrário, a redução demora dias para chegar e muitas vezes é expressiva — justifica Meneguzzi.

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A intenção é que a expedição da licença de operação, renovada anualmente, para revendas já existentes ou para as novas empresas, fique condicionada à apresentação dessa placa ou outra forma a ser definida. Assinaram o projeto como apoiadores os vereadores Elói Frizzo e Edicarlos Pereira de Souza, ambos do PSB.

No sábado, o Pioneiro fez um levantamento em Bento, mostrando as variações de preço. O menor valor dá uma diferença de R$ 0,25 a menos comparado ao preço mais baixo verificado em Caxias.

Meneguzzi diz que seu projeto quer amparar o consumidor, que muitas vezes, é vítima de propaganda enganosa.

— Há casos em que os postos anunciam um valor, e quando as pessoas já abasteceram, descobrem que esse preço só seria praticado se adquirissem mais de 40 litros — reforça o vereador.

 

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