Deputado federal Pepe Vargas assume PT gaúcho neste sábado - Política - Pioneiro

Partidos23/06/2017 | 15h04Atualizada em 23/06/2017 | 18h53

Deputado federal Pepe Vargas assume PT gaúcho neste sábado

Novo presidente diz que sigla ainda não definiu nomes para a eleição 2018

Deputado federal Pepe Vargas assume PT gaúcho neste sábado Felipe Nyland/Agencia RBS
Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

A partir deste sábado, o deputado federal caxiense Pepe Vargas tem a missão de conduzir o PT do Rio Grande do Sul, o que inclui a definição do papel do partido nas eleições 2018 para o Piratini bem como o nome do candidato ou candidata.

Com a posse, que ocorre às 9h, no auditório da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do RS (Fetrafi), em Porto Alegre, um calendário começará a ser montado pensando no pleito do ano que vem. 

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Pepe Vargas foi eleito no congresso do PT realizado em 6 e 7 de maio passado. Ele preside o PT gaúcho até a metade de 2019.

Conforme Pepe, o partido irá procurar outras siglas que tenham afinidade para alianças. Ser oposição aos governos do presidente Michel Temer e do governador José Ivo Sartori, ambos do PMDB, é um dos critérios para compor com o PT.

Nesta entrevista, ele destaca que o partido tem legitimidade para apresentar candidatos para a disputa, já que possui a maior bancada na Assembleia e o maior número de deputados federais gaúchos. No entanto, ele evita falar em possíveis nomes. Confira:

Pioneiro: Quem será o candidato do PT ao Piratini?
Pepe Vargas:
Nós não definimos ainda.

Como será o processo de definição?
Nossa prioridade é tentar dois tipos de movimentos: primeiro, buscar conversa com todos os partidos que têm se colocado contra as medidas que o Governo Temer quer adotar, de retirada de direitos, como o tema da Reforma da Previdência e da Reforma Trabalhista. E também no plano estadual, essa política de desmonte da estrutura do Estado que o Governo Sartori pretende implementar. Nesse processo, também vamos discutir com os partidos que fazem parte desses movimentos a possibilidade de alianças eleitorais e, a partir disso, a gente vai discutir nomes. O PT tem a maior bancada na Assembleia e a maior bancada de deputados federais do Rio Grande do Sul. Nós temos legitimidade de apresentar nomes para governador, mas aí vamos abrir um processo, um calendário de discussão interna de nomes, ao mesmo tempo que nas lutas concretas vamos tentar discutir um programa e aliança com essas forças políticas que têm posições semelhantes às nossas, sabendo que algumas delas poderão ter candidaturas. Como a eleição tem dois turnos, a gente pode depois no segundo turno, eventualmente, se encontrar.

Vocês imaginam definir o nome até quando?
Não temos ainda o calendário definido. É justamente uma das tarefas da nova direção.

 

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