Daniel Guerra conta com a saída de Fabris da prefeitura de Caxias - Política - Pioneiro

Mirante25/03/2017 | 08h15Atualizada em 25/03/2017 | 08h15

Daniel Guerra conta com a saída de Fabris da prefeitura de Caxias

Prefeito disse que no dia 1º de abril é bem provável que o vice não esteja mais no governo

Daniel Guerra conta com a saída de Fabris da prefeitura de Caxias Diogo Sallaberry/Agencia RBS
Guerra afirmou, em entrevista coletiva, que não vai tirar férias nos quatro anos de mandato Foto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS

O prefeito Daniel Guerra (PRB) voltou a afirmar, nesta sexta-feira, que a renúncia do vice-prefeito Ricardo Fabris de Abreu (PRB) é o que está valendo. Ele trabalha com a ideia que a partir do dia 1º de abril não terá mais vice, em respeito a uma decisão unilateral, exclusiva, tácita e expressa por Fabris, ou seja, a renúncia protocolada em 6 de março. Ele concedeu entrevista coletiva e falou sobre a inusitada renúncia e, nesta semana, o anúncio da desistência.

Pelo jeito, o assunto ainda vai render até dia 31, data que inicialmente se encerraria o mandato do vice, conforme ele havia fixado ao anunciar a renúncia.

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Questionado sobre como será a relação entre ambos, uma vez que ele decidiu permanecer, respondeu:

— É bem provável que chegando o dia 1º, ele não estará circulando ou ocupando espaços públicos, que são destinados a pessoas que queiram estar trabalhando para o público. Quero crer que isso é o que deva naturalmente ocorrer. Quem expressamente manifestou o desejo foi o próprio e deve ser respeitado seu desejo. Na administração pública e por respeito à população, as coisas devem ser tratadas com seriedade. Esta manifestação (de não mais renunciar) está na esfera do Legislativo e de forma oral, o que vale, o que consta, o que existe, é o desejo expresso no documento por ele emitido, por ele redigido e por ele assinado.

Guerra disse que não vai tirar férias nos quatro anos de mandato.

— Eu gosto muito do que eu faço eu acredito que tenho muito a fazer com uma equipe brilhante de secretários e servidores, não vejo neste momento qualquer possibilidade de me ausentar um dia — justificou.

O prefeito não reconhece como uma falha na escolha de Fabris o motivo para a crise na administração. Comparou à seleção feita nas empresas, dizendo que a confirmação das competências e do entendimento da importância da função se dá no percurso do trabalho.

— Havia algumas posições à época, dele, que eram publicamente manifestadas de que teria um comportamento, me parecia ser, preocupado com as causas da população.


 
 

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