Visate apresenta sua versão sobre a tarifa do transporte coletivo de Caxias - Política - Pioneiro

Mirante22/02/2017 | 10h44Atualizada em 22/02/2017 | 10h44

Visate apresenta sua versão sobre a tarifa do transporte coletivo de Caxias

Reunião da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Habitação da Câmara vai ouvir representantes da empresa nesta quarta

Visate apresenta sua versão sobre a tarifa do transporte coletivo de Caxias Porthus Junior/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

Esta quarta-feira é um dia importante para o transporte coletivo de Caxias do Sul. Reunião da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Habitação da Câmara vai ouvir representantes da Visate. O presidente da comissão, Edio Elói Frizzo (PSB), diz que é uma oportunidade para ouvir a versão da empresa sobre a questão da tarifa, "esmiuçar planilhas".

O secretário de Trânsito, Transporte e Mobilidade, Cristiano de Abreu Soares, disse de pronto na terça-feira à tarde que não fora convidado para a reunião. Até aquele momento, não havia sido, de fato. Frizzo disse que manteria contato com o secretário para informá-lo de que, em um segundo momento, a secretaria terá igual espaço para explicar aos vereadores sobre os critérios para a manutenção da tarifa em R$ 3,40.

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"Segundo momento" significa outra reunião da comissão. A desta quarta-feira, confirmou Frizzo, é para ouvir a Visate, mas, como é um encontro aberto, o secretário Soares pode participar se quiser.

'Não tem plano B', diz secretário

É importante convergir para a conversação. Está na pauta a iminência de um movimento, até uma paralisação, dos empregados da Visate. Eles reivindicam reajuste salarial, mas a empresa diz que não dá, porque não houve aumento da tarifa. O sindicato da categoria espera até hoje que o prefeito Daniel Guerra (PRB) acene com uma reunião para conversar. Depois, a entidade vai ver "o que fazer".

A prefeitura, no entanto, está deixando essa questão explosiva nas mãos da Visate e dos empregados. E não tem plano B para a manutenção do serviço, em caso de uma eventual paralisação.

— Não tem plano B. A gente conta com a Visate. Qualquer greve é legítima, mas a gente entende que não seja adequado. (Não haver aumento de tarifa) Não dá o direito de a concessionária não repassar o dissídio para os funcionários — afirma o secretário Cristiano Soares.

 
 

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