PMDB já está no embalo de 2018 - Política - Pioneiro

Mirante20/02/2017 | 07h30Atualizada em 20/02/2017 | 07h30

PMDB já está no embalo de 2018

Movimentos foram perceptíveis aproveitando os holofotes da passagem do governador José Ivo Sartori por Flores da Cunha no sábado

PMDB já está no embalo de 2018 Antonio Lorenzett/Divulgação
Ex-vice-prefeito, Antonio Feldmann (à esquerda, de camisa listrada) acompanhou o governador José Ivo Sartori Foto: Antonio Lorenzett / Divulgação

Sem perda de tempo, já estão nas ruas os movimentos para 2018. Eles foram perceptíveis aproveitando os holofotes da passagem do governador José Ivo Sartori (PMDB) por Flores da Cunha no sábado. Ele abriu a 8ª Mostra Flores e 5ª Feira Agroindustrial e a 13ª Fecouva e 3ª Festa do Moranguinho, no distrito de Otávio Rocha.

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O deputado federal Mauro Pereira circulou por Flores com movimentos e fotos de quem não quer perder tempo para sinalizar sua pretensão. O ex-vice-prefeito de Caxias Antonio Feldmann também esteve ao lado de Sartori. Ele já colocou seu nome à disposição do partido para 2018. Toninho, como é conhecido, acompanhou o governador em visita que não estava na agenda. A pedido do prefeito de Flores, Lídio Scortegagna (PMDB), eles visitaram as obras de restauração do Casarão dos Veronese. 

Na eleição de 2014, Mauro e Feldmann, interessaram-se pelo mesmo espaço, uma vaga à Câmara, postulação da qual o então vice-prefeito teve de abrir mão devido à função que ocupava.Agora, são boas as chances de que os dois componham parceria complementar, à Câmara e à Assembleia.

No âmbito do PMDB, o leque de candidaturas deve passar também pela Câmara de Vereadores. Edson da Rosa e Felipe Gremelmaier são as possibilidades naturais. Note-se a dificuldade do PMDB caxiense em produzir renovação no seu quadro de opções eleitorais.

Os peemedebistas que forem candidatos carregarão o peso de o partido ser governo federal. E governo estadual também. Não adiantará o discurso habitual de que os peemedebistas gaúchos e caxienses se diferenciam das práticas de caciques peemedebistas em Brasília. 

O que importa, neste caso, são as políticas de governo. Temer e o PMDB defendem, por exemplo, a Reforma da Previdência com medidas impopulares, como aquela que exige 49 anos de contribuição para a aposentadoria integral. Vai ser duro explicar aos eleitores.

 

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