Relembre os movimentos políticos da atual legislatura em Caxias do Sul - Política - Pioneiro

Mirante27/09/2016 | 10h15Atualizada em 27/09/2016 | 10h15

Relembre os movimentos políticos da atual legislatura em Caxias do Sul

Dos vereadores que hoje compõem a Câmara, 21 buscam a reeleição

Relembre os movimentos políticos da atual legislatura em Caxias do Sul Luciane Modena/Divulgação
Eleição de domingo decide os 23 ocupantes do Legislativo para o mandato 2017/2020 Foto: Luciane Modena / Divulgação

Falta pouco para a escolha dos futuros vereadores de Caxias. Para prefeito, não há como afirmar se a decisão sai no domingo ou se ficará para o segundo turno, marcado para 30 de outubro.

Com menor visibilidade nesta campanha devido às mudanças no horário eleitoral gratuito, os candidatos a uma das 23 vagas precisarão ainda fazer 10% do quociente eleitoral. Se fosse como em 2012, quando o quociente foi de 10.332 votos, o candidato teria que fazer 1.033 votos para garantir uma vaga.

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Dos vereadores que hoje compõem a Câmara, 21 tentam assegurar sua cadeira. Portanto, deve-se levar em conta as movimentações políticas registradas. Vale a pena resgatar alguns episódios, embora muitas outras situações tenham marcado a passagem dos legisladores.

Com a renúncia de Vinicius Ribeiro (PDT) para ocupar vaga na Assembleia Legislativa, Pedro Incerti (PDT) tornou-se titular. Após críticas ao prefeito Alceu Barbosa Velho (PDT), passou a ser o líder do governo. Mauro Pereira (PMDB) licenciou-se em fevereiro de 2015 para ser deputado federal. Adelino Teles (PMDB) entrou em seu lugar.

No primeiro dia de mandato, Adiló Didomenico (PTB), Elói Frizzo (PSB) e Renato Oliveira (PCdoB) tornaram-se secretários municipais. Assumiram na Câmara em abril deste ano para concorrer novamente. Atuaram durante o licenciamento Flávio Dias (PTB), Raimundo Bampi (PSB) e Henrique Silva (PCdoB).

Felipe Gremelmaier (PMDB) ficou de fevereiro de 2015 a março de 2016 como secretário, abrindo espaço para Daiane Mello (PMDB) — o suplente Marcos Felippi (PMDB) assumiu por 30 dias, durante licença de Daiane.

Washington Cerqueira (PDT), que não concorre, foi secretário, voltou à Câmara e, após, à secretaria. Nesse vaivém, Jó Arse (PDT) e Velocino Uez (PDT) assumiram. Ao final, Jó ficou com a cadeira.

Na campanha eleitoral de 2014 houve um revezamento de suplentes. Sete puderam dar seu alô no microfone da Casa.

A legislatura teve ainda expulsão de partido e perda de mandato. Daniel Guerra foi expulso do PSDB, seguindo para o PRB. Kiko Girardi saiu do PT, foi para o PSD e perdeu o mandato. A vaga ficou com Ana Corso (PT). Neri, O Carteiro saiu do DEM e foi para o Solidariedade; Rafael Bueno deixou o PCdoB e rumou para o PDT; e Renato Nunes trocou o PRB pelo PR.

 
 

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