Rosilene Pozza: saiba como funciona a segurança do governador, do vice e familiares - Política - Pioneiro

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Opinião08/08/2015 | 18h37

Rosilene Pozza: saiba como funciona a segurança do governador, do vice e familiares

Ao ressaltar que é dever legal, chefe da Casa Militar diz que Sartori não gosta, então procuram ser discretos




Em tempos de parcelamento de salários dos servidores públicos estaduais e dos problemas de segurança, é natural que as pessoas reajam ao ver dois policiais em frente à casa do governador José Ivo Sartori (PMDB). A medida é competência da Casa Militar, prevista pela Lei 13.601, de 2011.

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Nesta sexta-feira, uma leitora enviou foto e o seguinte recado: “Tirei essa foto na esquina da casa do Governador Sartori, a família dele está segura por 2 policiais militares e as nossas famílias?” Ela disse ainda que gostaria de entender por que eles estavam ali. Para explicar melhor como funciona, a colunista conversou com o tenente-coronel Everton Oltramari, chefe da Casa Militar. Ele ressaltou que a segurança 24 horas do governador, do vice e seus familiares é um dever legal.

— É nossa obrigação. O governador é uma pessoa muito simples. Se dependesse dele, não teria nada, ele não gosta. Ele briga comigo todos os dias. Mas tenho o dever de contrariá-lo, mesmo que às vezes ele não queira nada, nós mantemos uma segurança discreta, uma certa distância, em qualquer lugar — contou.

Da mesma forma, a segurança dos familiares é permanente. Disse ainda que não é permitido que as autoridades dirijam.

— Se não cumprir a lei, vou ser responsabilizado. Logicamente, ele não entrou em detalhes sobre a vigilância, uma vez que aí criaria problemas para o cumprimento de seu trabalho, mas destacou que tentam ser o mais discreto possível.

— Tem que ter bom senso, o mínimo do mínimo procuramos deixá-lo à vontade, mantendo a vigilância de longe.

Na recente viagem de Sartori a Curitiba (PR), em voo de carreira, ele e a família foram sozinhos no avião. Mas há um acordo entre os governadores e, em Curitiba, uma equipe da Casa Militar os recebeu e uma pessoa acompanhou nos deslocamentos. O mesmo ocorre quando vem um governador para o Rio Grande do Sul.

 
 
 

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