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Mirante29/10/2020 | 07h00Atualizada em 29/10/2020 | 07h36

Adiló diz que não quis "rachar o bloco" em 2012 na disputa à prefeitura de Caxias

Candidato do PSDB afirmou que vinha se preparando para concorrer há alguns anos

Adiló diz que não quis "rachar o bloco" em 2012 na disputa à prefeitura de Caxias Gabriel Rodrigues/Divulgação
Adiló Didomenico concorre a prefeito pelo PSDB Foto: Gabriel Rodrigues / Divulgação

O candidato do PSDB para a prefeitura de Caxias do Sul, Adiló Didomenico, disse em entrevista na rádio Gaúcha Serra, nesta quarta-feira (28), que vinha se preparando há alguns anos para concorrer ao Executivo. Ele conta, inclusive, que em 2012 não quis rachar o bloco governista. O candidato foi Alceu Barbosa Velho (PDT), vencendo a disputa. O racha do bloco veio neste ano, fruto da derrota de 2016 em apoio ao pedetista Edson Néspolo e todos os desdobramentos posteriores.

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Adiló trocou de partido em abril, deixando o PTB, embora fosse pré-candidato. Ele era filiado desde janeiro de 1989, mas não obteve garantia de apoio da direção estadual e nacional à candidatura. No município, a sigla permaneceu sua aliada. Por pouco não teve que deixar a coligação do ex-filiado. O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, anunciou em agosto que a sigla estava proibida de coligar com DEM, PSDB e partidos de esquerda. A situação acabou sendo revertida.

A proximidade com o deputado estadual Neri, O Carteiro (Solidariedade) foi enfatizada. O resultado a ser obtido pelo agora tucano nas urnas vai ser um teste de popularidade também para o deputado, que tem sido figura assídua nas agendas eleitorais e deseja concorrer a federal em 2022, podendo ir para o PSDB.

Uma declaração que chamou atenção foi em relação ao programa de coleta mecanizada da Codeca. Até 2012, afirma Adiló, foram implantadas quatro fases e, a partir daí, nenhuma outra. Ele ressaltou que não é um programa passageiro, que precisa ser bem cuidado e ampliado. O candidato a prefeito comandou a companhia de janeiro de 2005 a março de 2012. Ocorre que, de 2013 até fim de 2016, o prefeito era Alceu. Portanto, tem-se uma crítica à administração pedetista, que Adiló integrava como secretário de Obras. Foi nessa época que Adiló disse que se preparava para concorrer.

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