A movimentação eleitoral envolvendo MDB, PDT, PSB e PP em Caxias do Sul - Colunas da seção Mirante - Política: deputados, prefeitos e mais - Pioneiro
 
 

Mirante10/08/2020 | 10h00Atualizada em 10/08/2020 | 11h54

A movimentação eleitoral envolvendo MDB, PDT, PSB e PP em Caxias do Sul

Convenções serão de 31 de agosto a 16 de setembro

A movimentação eleitoral envolvendo MDB, PDT, PSB e PP em Caxias do Sul Gianfrancesco Zucchetti/Divulgação
Néspolo e Búrigo são pré-candidatos a prefeito, respectivamente, pelo PDT e MDB Foto: Gianfrancesco Zucchetti / Divulgação

As próximas semanas são determinantes para os encaminhamentos das alianças municipais, uma vez que as convenções partidárias para as eleições ocorrem no período de 31 de agosto a 16 de setembro. A reunião da comissão do Progressistas (PP), que irá tirar uma posição sobre a coligação do partido em Caxias do Sul, está prevista para ocorrer no próximo dia 17. O desejo do partido é indicar o nome a vice-prefeito. 

O PSB é outra sigla que ainda não decidiu o rumo que irá tomar na eleição. Na última semana, manteve conversas com os pré-candidatos a prefeito Edson Néspolo (PDT) e Carlos Búrigo (MDB). A foto desta matéria é de maio de 2019, registrando um encontro entre Néspolo e Búrigo.

– Estamos  mantendo contato. Muito diálogo nessa hora – diz o presidente do PSB, Adriano Boff.

Segundo Boff, ainda não há um encaminhamento do PSB, se estará com PDT, com MDB ou terá candidatura própria.

– Ainda iremos deliberar. Estamos falando muito sobre a cidade, o momento político partidário e as consequências de nossas escolhas – diz Boff.

Nos bastidores, intensificam-se os comentários de entendimento do PP com o PDT. A definição é aguardada e, inicialmente, chegou a ser anunciada para ocorrer na última semana de julho. O vereador Edson da Rosa (PP) ganha força como o nome para vice. 

Uma possível chapa com PDT e PP já provocou reação nos meios pedetistas. O questionamento que surge é se o PDT estaria rumando para a direita. Há quem garanta que, havendo entendimento também com o PSB, isso não procede, porque estariam compondo com um partido de direita e outro de centro esquerda.

O MDB também espera contar tanto com PP, quanto com PSB em torno de sua candidatura à prefeitura. A intenção é reunir os quatro partidos: MDB, PDT, PSB  e PP. 

– É legítimo querer estar na majoritária, mas vai chegar o momento que alguém tem que ceder. Considerando o fato de ter muitas candidaturas no mesmo campo de atuação, vamos deixar o eleitor em dúvida do que é melhor para Caxias – diz um emedebista.

O tempo de TV no horário eleitoral é um fator que, assim como em eleições passadas, pode ser determinante na definição de candidaturas, inclusive em relação a outras candidaturas que já estão colocadas.

Nos meios emedebistas, a possibilidade de o MDB abrir mão da cabeça de chapa é considerada difícil. Isso porque o partido teve candidato à prefeitura de Caxias pela última vez em 2008 com José Ivo Sartori. Em 2012 e 2016, apoiou o PDT. 

A pressão de emedebistas dos municípios da região, que querem destaque para o número 15 na TV, a representatividade partidária na Assembleia Legislativa (oito deputados) e a força política do ex-governador José Ivo Sartori são fatores defendidos para a manutenção de candidatura do MDB em Caxias.

Leia também
Autor do pedido de impeachment do prefeito e vice de Caxias é ex-CC do Governo Guerra
20 temas que estarão em pauta na campanha eleitoral em Caxias do Sul

 
 
 
 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros