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Mirante23/05/2020 | 15h02Atualizada em 23/05/2020 | 15h03

Solidariedade-RS dá 10 dias para deputado de Caxias do Sul se manifestar

Executiva estadual cobra indicações de cargos na bancada do partido na Assembleia Legislativa

Solidariedade-RS dá 10 dias para deputado de Caxias do Sul se manifestar Celso Bender/Divulgação
Foto: Celso Bender / Divulgação

O Partido Solidariedade no RS abriu o prazo de 10 dias para que o deputado estadual Neri, O Carteiro, conjuntamente com o coordenador da bancada, Márcio Amaral, se manifeste sobre o cumprimento da ata referente à convenção estadual partidária realizada em 29 de julho de 2018. Na ocasião, foi aprovado que, na hipótese de eleição de deputado estadual ou deputado federal, as indicações aos cargos pertencentes às bancadas do Solidariedade seriam realizadas pelas comissões executivas estadual e nacional. 

O diretório estadual e a executiva do partido deliberaram também, nesta sexta-feira (22),  que seja estendida nas eleições de 2020 a determinação de que as indicações aos cargos nas bancadas municipais sejam feitas pela comissão executiva estadual. O partido realizará nova reunião virtual do diretório estadual no dia 5 de junho às 10h. 

É cogitada intervenção do partido em âmbito estadual na comissão provisória em Caxias. O partido também avalia a possibilidade de entrar na Justiça para obter o mandato do deputado, conforme nota divulgada pelo secretário-geral Carlos Alberto Varreira nesta semana. 

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As definições, porém, serão tomadas após a manifestação de Neri. O deputado é vice-presidente estadual do Solidariedade. Ele não participou da reunião desta sexta, segundo Varreira.

Motivos para os conflitos

O processo de fritura de Neri por parte do comando estadual se dá em função dos cargos, considerando o fato de outras siglas integrarem o gabinete do deputado. Na nota do secretário, consta que é infidelidade partidária e pode incorrer em perda do mandato. A situação ficou tensa diante de desfiliações do SD em Caxias, com destino ao PSDB para concorrer a vereador, entre elas a substituta de Neri na Câmara de Vereadores, Tatiane Frizzo, e a chefe de gabinete na Assembleia Legislativa, jornalista Marisol Santos. 

Também é alegado que Neri votou na contramão das bandeiras do partido, citando a defesa dos direitos dos trabalhadores, o não aumento de impostos e juros, geração de emprego e a valorização do serviço público.

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