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Mirante29/12/2019 | 19h47Atualizada em 29/12/2019 | 19h56

Suplente retorna à Câmara de Vereadores de Caxias no dia 7 de janeiro

Tibiriçá Maineri (Republicanos) ocupa cadeira de Chico Guerra, que está suspenso por 60 dias

Suplente retorna à Câmara de Vereadores de Caxias no dia 7 de janeiro Gustavo Tamagno Martins/Divulgação
Tibiriçá Maineri exerceu o mandato de fevereiro a abril deste ano Foto: Gustavo Tamagno Martins / Divulgação

O primeiro suplente do Republicanos, partido do prefeito cassado de Caxias do Sul, Daniel Guerra, Tibiriçá Maineri, assume vaga na Câmara de Vereadores no dia 7 de janeiro de 2020. A posse será na sessão da Comissão Representativa. Tibiriçá entra na vaga de Chico Guerra, ex-chefe de Gabinete e vereador eleito, do mesmo partido.

Após ser exonerado do cargo no Executivo resultante da cassação de seu irmão e prefeito, Chico não foi localizado, segundo a presidente do Legislativo, Paula Ioris (PSDB). Automaticamente, foi aplicada a suspensão de 60 dias. A punição foi aprovada em julho deste ano devido ao chamado caso do "corretivo", que veio à tona em áudio vazado tendo como alvo o presidente da associação de moradores do bairro Cânyon, Marciano Corrêa da Silva. Porém, desde 31 de janeiro Chico ocupava o cargo de chefe de Gabinete no governo municipal, licenciado da Câmara.

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Tibiriçá vai compor a bancada ao lado de Elisandro Fiuza. Seu retorno leva à saída de Renato Nunes (PR) e à redução de uma bancada no Legislativo, o que representa a diminuição de dois cargos em comissão (CCs): auxiliar de bancada, correspondente a CC 7, R$ 5.371,26; e assessor de bancada, CC 8, R$ 8.590,50.

Reflexo eleitoral

Tibiriçá, primeiro vereador surdo de Caxias do Sul, assumiu na Câmara de fevereiro a abril deste ano, quando Chico Guerra foi para chefia de Gabinete. Porém, diante das articulações do Governo Daniel Guerra, acabou abrindo mão da vaga para dar lugar ao segundo suplente Renato Nunes (PR). Nunes acabou tornando-se o líder do governo.

Tibiriçá voltou a comandar a Coordenadoria de Acessibilidade na prefeitura e sua saída do Legislativo foi avaliada na época como uma rasteira do então prefeito. O desafio agora é minimizar os prejuízos junto à comunidade surda que o queria na Câmara. Com o impeachment, Nunes ficará sem mandato em ano eleitoral.

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