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Mirante03/10/2019 | 15h08Atualizada em 03/10/2019 | 15h09

PT aprova resolução em defesa de uma frente de esquerda para disputa à prefeitura de Caxias

Partido define o Governo Daniel Guerra como "gestão sofrível" 

PT aprova resolução em defesa de uma frente de esquerda para disputa à prefeitura de Caxias Mateus Frazão/Agencia RBS
Foto: Mateus Frazão / Agencia RBS

O diretório do PT caxiense aprovou resolução sobre as eleições de 2020 e constituiu a comissão do processo de discussão do programa de governo. Integram a comissão: Alceu Cardoso, Bruno Martinoto, Denise Pessôa, Helena Suzin, Jerônimo Dani, João Inácio Pires Lucas, Joceli Veadrigo, Marcos Daneluz, Marisa Formolo, Pepe Vargas e Silvana Piroli. 

"O PT buscará o diálogo com os partidos de oposição ao Governo Bolsonaro (PCdoB, PDT, PSB, PSOL, Rede e PCB) para compor uma frente de esquerda, com base em uma compreensão comum das tarefas frente à grave situação do país e um programa de governo para o município. [...] O Governo Leite reproduz essencialmente a mesma aliança nacional de Bolsonaro e o mesmo programa econômico neoliberal", diz o texto.

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Os petistas sinalizam que podem abrir mão da cabeça de chapa — o que é difícil.

"Propomos que as candidaturas a prefeito e vice da Frente que queremos constituir sejam definidas em conjunto pelos partidos que integrarem esta aliança. No momento oportuno o PT, sem qualquer pretensão hegemônica, apresentará aos partidos parceiros alternativas de nomes para a composição desta aliança"”.

"Gestão sofrível"

Sobre o Governo Daniel Guerra (Republicanos), os petistas dizem:

"Em 2016 a maioria da população de Caxias apoiou o candidato que se dizia um gestor apolítico. O que se vê na atual administração é a gestão sofrível, o desmantelamento de políticas públicas, o abandono dos bairros, o autoritarismo e a falta de diálogo com a sociedade, a falta de transparência, o desrespeito aos servidores públicos, a negação da diversidade da nossa comunidade, o reforço a preconceitos obscurantistas e um prefeito totalmente alinhado com a política bolsonarista."

Porém, vale lembrar que muito petista fez campanha para Guerra contra Edson Néspolo (PDT) no segundo turno da eleição municipal de 2016.

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