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Mirante09/10/2019 | 06h10Atualizada em 09/10/2019 | 06h10

Partido que expulsou Daniel Guerra tem a relatoria do processo de impeachment

Paula Ioris, do PSDB, ficou com a função

Partido que expulsou Daniel Guerra tem a relatoria do processo de impeachment Lucas Amorelli/Agencia RBS
Presidente da Câmara, Flavio Cassina; líder do governo, Renato Nunes; e Paula Ioris, a relatora Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBS

A Comissão Processante sorteada após a aprovação da admissibilidade do sétimo pedido de impeachment do prefeito Daniel Guerra (Republicanos) traz situações interessantes nas relações de seus integrantes com o chefe do Executivo. 

Vale resgatar:

Está com a vereadora Paula Ioris, única parlamentar do PSDB na Casa, a relatoria do processo. Ao final, dará parecer pela cassação ou arquivamento. 

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Guerra iniciou a vida pública no PSDB e foi expulso do partido há seis anos (9 de setembro de 2013), no primeiro ano de seu segundo mandato como vereador.

Paula votou a favor do acolhimento da denúncia e, ao declarar o voto, disse:

— Hoje o meu voto é moral. O meu voto é para dizer chega à falta de transparência. Chega para a falta de verdade. Chega pelo desrespeito a esta Casa, pelo desrespeito aos voluntários, pelo desrespeito às pessoas ocuparem a nossa praça pública. 

De denunciado a presidente

"Nada como um dia depois do outro". Esse era o comentário que se ouvia nos bastidores, na Câmara, depois que o vereador Alceu Thomé (PTB) foi sorteado como integrante da Comissão Processante e acabou sendo escolhido presidente. Assim como Guerra, Thomé estava sendo submetido à apreciação de um pedido de impeachment de autoria do presidente da Amob Belvedere e ex-candidato à presidência da União das Associações de Bairros (UAB), Alaor Corrêa Barbosa, filiado ao Solidariedade. Thomé, naturalmente, votou pela admissibilidade. E o pedido de abertura de impeachment contra ele acabou rejeitado por unanimidade. 

Já o revisor será Elisandro Fiuza (Republicanos), o vereador que era líder do Governo na Câmara e foi trocado por Renato Nunes (PR). Fiuza tem sido alvo de comentários de Nunes sobre "realmente" ser integrante da base do governo, e até já revidou. Seu voto, nesta terça-feira (8), foi de governista: contra a admissibilidade.

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