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Mirante02/08/2019 | 16h25Atualizada em 02/08/2019 | 16h30

Vereador diz que prefeito de Caxias do Sul é caso de interdição

Manifestação foi feita nos debates sobre saída do município do Mapa Turístico Brasileiro e da situação da Escola Arlinda Manfro

Vereador diz que prefeito de Caxias do Sul é caso de interdição Gabriela Bento Alves/Divulgação
Frizzo disse que Daniel Guerra está levando Caxias para o buraco Foto: Gabriela Bento Alves / Divulgação

O vereador Elói Frizzo (PSB) parafraseou o jurista Miguel Reale Jr., um dos autores do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), na sessão da Câmara na quinta-feira (1º de agosto). A manifestação veio no debate sobre a decisão do município de deixar a Região da Uva e Vinho e se integrar à Região das Hortênsias, resultando na ausência do Mapa Turístico Brasileiro.

 Para Frizzo, o prefeito de Caxias do Sul, Daniel Guerra (PRB), é caso de interdição.

— Não é mais nenhum caso de impeachment que temos que discutir aqui, acho que é um caso de interdição desse prefeito. Interdição, porque ele está levando Caxias para o buraco — disse Frizzo.

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Reale Jr. disse o mesmo nesta semana a respeito do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O motivo foi a declaração sobre o militante de esquerda Fernando Augusto Santa Cruz, pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz.

A afirmação de Frizzo ocorreu diante do relato do vereador Gustavo Toigo (PDT), que esteve no lançamento do Projeto Investe Turismo (do Ministério do Turismo) e do Programa + Turismo RS, no Palácio Piratini, em Porto Alegre, na quarta-feira (31). 

— É lógico, o prefeito de Caxias do Sul não compareceu. A secretária Renata Carraro, menos mal, estava lá — disse Toigo

Segundo o pedetista, o secretário estadual de Turismo, Ruy Irigaray (PSL), cobrou:

— E o prefeito de Caxias, onde está?

Frizzo fez novamente a afirmação quando discutiam pedido de informações de autoria do vereador Velocino Uez (PDT) sobre as condições com a mudança de sede da Escola Municipal de Ensino Fundamental Arlinda Lauer Manfro, de Galópolis. 

— O problema do atual prefeito já não é um caso nem de impeachment, é de interdição, é um problema de junta médica mesmo. Eu estou chegando a essa conclusão por conta das ações intempestivas, nariz empinado, arrogância. 

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