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Mirante12/08/2019 | 21h21Atualizada em 13/08/2019 | 13h34

Ocupação da Maesa volta a centralizar o debate na Câmara de Caxias

A dúvida é se os encaminhamentos dos vereadores terão algum aproveitamento pela prefeitura

Ocupação da Maesa volta a centralizar o debate na Câmara de Caxias Marcelo Casagrande/Agencia RBS
Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS

A polêmica ocupação do prédio da antiga Metalúrgica Abramo Eberle (Maesa), pela prefeitura de Caxias do Sul, será novamente assunto da Câmara de Vereadores na reunião pública marcada para quarta-feira (14). 

A reunião, marcada para as 18h no plenário e promovida pelas comissões de Desenvolvimento Urbano, Transporte e Habitação e de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo, tem um ingrediente novo: a falência do Grupo Voges decretada na semana passada, sendo que uma das empresas, a Metalcorte Fundição, está instalada no local. 

A intenção das comissões, presididas por Elói Frizzo (PSB) e Edson da Rosa (MDB), é traçar um plano para ocupação.

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 O local foi doado pelo Estado ao município em 2014, no governo de Tarso Genro (PT). 

Até agora, não houve definição sobre o uso do imóvel, nem a necessária revitalização. Estão lá a Divisão de Proteção ao Patrimônio Histórico e Cultural e o posto de monitoramento 24 horas da Guarda Municipal. 

A impressão que o Governo Daniel Guerra (PRB) passa é de que não tem interesse pela Maesa. 

Não menos grave é a empresa ficar jogando com o prazo para deixar o local, considerando tratar-se de patrimônio público. No último dia 24 de julho, a Justiça determinou a saída imediata da empresa. Não há informações sobre quando o prédio será desocupado. 

Em nota, quando foi divulgada a determinação da saída pela Justiça, a prefeitura disse que “a intenção é abrigar programas culturais, além de outros serviços que tenham como objetivo o bem comum”. 

Esta é a grande expectativa. Saindo a empresa, a prefeitura de Caxias não tem como usar como argumento o fato de parte da área estar sendo ocupada pela Metalcorte. Precisa entrar em ação. E de imediato.

A dúvida é se terão algum aproveitamento os encaminhamentos feitos pelos vereadores.

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