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Mirante15/05/2019 | 08h00Atualizada em 15/05/2019 | 20h42

Futuro presidente do PDT de Caxias minimiza divergências internas

Líder da bancada na Câmara, Rafael Bueno, fala em saída de vereadores e desfiliações em massa

Futuro presidente do PDT de Caxias minimiza divergências internas Reprodução/Facebook
Em meio à crise que envolve o PDT, Maurício Flores, que deve ser eleito sábado para comandar a sigla, diz que todos são bons amigos Foto: Reprodução / Facebook

O tesoureiro da atual executiva do PDT de Caxias e provável novo presidente, Maurício Flores, apesar da situação tensa que cerca o partido, em especial os vereadores, disse que todos são "bons amigos". Mesmo com o líder da bancada Rafael Bueno tendo afirmado que vereadores devem deixar a sigla com a janela partidária em abril do ano que vem, podendo ocorrer desfiliação em massa, Flores minimiza.

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— Não há inimigos dentre correligionários.

Ele não quis divulgar a formação da chapa inscrita para a eleição de sábado. Mas deu a entender que será o candidato a presidente. Aliás, já fala como tal.

Perguntado qual sua opinião sobre as declarações de Rafael sobre desfiliações e saída de vereadores, Flores respondeu com outras perguntas:

— O que o vereador entende por desfiliação em massa? Ele garantiu um número?

Na sequência, disse que não podia responder por algo vago, pois não há compreensão do que é desfiliação em massa.

— Há responsabilidades, jamais darei resposta incerta, tenho responsabilidade para com a instituição PDT — insistiu.

A aprovação de um Regimento Interno (RI) definido regras para indicações de cargos em comissão (CCs) de vereador é um dos pontos de polêmica envolvendo parlamentares e o grupo que quer o comando. Flores não quis falar sobre o que prevê o Regimento. Alegou que é "interno". 

Depois, disse que o RI é um documento produzido com base no Estatuto Nacional do PDT e tudo que consta nele já tem uma base legal para ser homologado. Porém, afirmou: "Quanto aos CCs dos gabinetes, ficam a critério dos vereadores".

Não falou sobre a bancada, comissões que presidem e outros cargos.

O motivo

Nos bastidores, as informações são de que o caldo engrossou para o lado dos vereadores no partido após a saída do ex-vereador Jaison Barbosa da bancada do PDT, em outubro do ano passado. 

Jaison foi condenado por improbidade administrativa, com trânsito em julgado no STF, em função de processo de quando foi secretário de Turismo no governo de José Ivo Sartori (MDB), em 2011. 

Um acordo informal previa que suplentes atuassem na bancada. Com a saída de Jaison, primeiro suplente, Miguel Grazziottin, o segundo, não quis assumir. O terceiro, Jó Arse, ex-coordenador da 25ª Região Tradicionalista, teria tido o nome rejeitado na bancada.

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