Ex-secretária de Esporte e Lazer de Caxias do Sul reage a declarações de vereador - Colunas da seção Mirante - Política: deputados, prefeitos e mais - Pioneiro
 
 

Mirante10/01/2019 | 09h05Atualizada em 10/01/2019 | 09h05

Ex-secretária de Esporte e Lazer de Caxias do Sul reage a declarações de vereador

Márcia da Cruz acusou Rafael Bueno (PDT) de perturbação do sossego devido a ligações e mensagens deixadas em seu celular funcional quando era titular da Smel

Ex-secretária de Esporte e Lazer de Caxias do Sul reage a declarações de vereador Roni Rigon/Agencia RBS
Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

A ex-secretária municipal de Esporte e Lazer, Márcia Rohr da Cruz, enviou nota revidando os posicionamentos do vereador Rafael Bueno (PDT), em função da prestação de serviço comunitário. Conforme postagem em suas redes sociais com fotos em que ele busca comprovar que realizou o trabalho, o vereador escreveu: "Aceitei parar o processo e realizar os serviços comunitários, até porque acho que o Judiciário tem mais com o que se preocupar, mais demandas importantes para atender". A realização do trabalho, na verdade, é resultante de transação penal, de 26 de novembro, acordo para que não responda a processo criminal. Márcia acusou Bueno de perturbação do sossego, devido a ligações e mensagens deixadas em seu celular funcional quando era titular da Smel. Ela permaneceu no cargo de janeiro a julho de 2017, deixando a função devido às declarações em que se referiu ao Fiesporte como "imundícia"."É a terceira vez que leio que ele diz que não quis dar sequência ao processo. Ele é réu, e nesta condição ele não define se o processo segue ou não. A mim foi solicitado se seguiria com o processo e respondi que sim. A ele somente foi questionado se queria pagar multa ou prestar serviço comunitário. Por isso, a sentença foi prestação de serviço comunitário", reagiu Márcia.A situação segue tensa e pode ter novos desdobramentos.

Providências

A ex-titular da Smel acrescentou que o Judiciário já tem ciência de que Rafael Bueno "anda tentando distorcer o procedimento e providências já foram tomadas. Inclusive terá consequências". Ela destaca que o vereador já trocou três vezes o motivo pelos quais ligou e enviou mensagens."Já tenho a relação de todas as chamadas recebidas durante o período que fui secretária, no celular funcional, onde não consta o que ele acusa. O que houve está em ata registrada em cartório. Ele terá que apresentar ao Judiciário prova de que efetuou estas tentativas de contato".Na primeira declaração ao Mirante sobre o fato, o vereador disse que ligou mais de 40 vezes em dois dias, das 6h à meia-noite, para a então secretária e não foi atendido. Depois, enviou cópia da ocorrência policial feita por Márcia, mostrando que foram cinco as ligações efetuadas, nos dias 14 e 15 de julho de 2017.  

Leia também
Carlos Búrigo já está na Assembleia Legislativa, mas como chefe de gabinete

 
 
 
 
Pioneiro
Busca
clicRBS
Nova busca - outros