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Eleições 201805/10/2018 | 12h50Atualizada em 05/10/2018 | 12h50

Oito temas para João Amoêdo, candidato a presidente pelo Novo

Veja o que o candidato falou sobre temas como saúde, Bolsa Família e o Combate às drogas

Oito temas para João Amoêdo, candidato a presidente pelo Novo Félix Zucco/Agencia RBS
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
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O Pioneiro publicou esta semana, em ordem alfabética, entrevistas com os candidatos à Presidência. Dos 13 postulantes, seis respostas foram formalizadas e enviadas pelas candidaturas, conforme a solicitação do jornal. Todas essas foram publicadas. Oito temas foram apresentados aos candidatos. O último a responder é João Amoêdo, do Novo.

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1. Refugiados venezuelanos
"
O Brasil precisa honrar o sentido humanitário de sua política migratória. Não podemos fechar as portas a pessoas desesperadas que fogem de uma situação inaceitável, muitas correndo real perigo de vida. O Brasil tem condições de receber as famílias venezuelanas, evidentemente que com estratégia de integração no mercado de trabalho. É chocante a inação e incompetência do atual governo em lidar com a questão em Roraima. Se a Colômbia foi capaz de receber 1 milhão de venezuelanos, o Brasil tem que ser capaz de receber 50 mil."

2. Habitação popular
"Precisamos ampliar a oferta de moradia e encurtar a distância entre as pessoas. Temos que flexibilizar as regras de zoneamento e construção civil para que as cidades sejam dinâmicas, resilientes e constantemente adaptáveis. Também precisamos repensar nossos mecanismos de financiamento imobiliário, para que sejam focalizados em atender às demandas de quem mais precisa, e não as de políticos ou empreiteiras. Só assim seremos capazes de atender às demandas da população carente, que precisa de habitação de qualidade, acessibilidade ao trabalho e integração ao resto da sociedade."

3. Criança e adolescente
"Vamos priorizar o ensino básico no orçamento e expandir a oferta de creches por meio do incentivo a convênios bem feitos pelos governos municipais. Queremos revolucionar o modelo de ensino público brasileiro, com medidas que melhoram os incentivos da gestão das escolas públicas, assim como ampliam o acesso às escolas particulares para famílias de baixa renda. Portanto, o Novo propõe um grande pacto nacional em torno da educação, envolvendo as famílias, a iniciativa privada, os Estados e municípios."

4. Espera no SUS
"SUS tem filas e longas esperas para quase tudo. Temos que agir em duas frentes para corrigir essa questão: pelo lado da oferta de serviços, precisamos de gestão mais eficiente. Modelos como PPPs, OSS e parcerias com entidades privadas têm sido grandes avanços neste sentido."

5. Bolsa-Família
"O Bolsa Família é um exemplo de programa bem-sucedido e deve ser mantido e aperfeiçoado."

6. Geração de empregos
"Vivemos com um governo que atrapalha a geração de emprego e o empreendedorismo com inúmeras leis e burocracias que dificultam a vida de quem quer trabalhar ou abrir um negócio para sustentar a família e crescer na vida. O Brasil que nós queremos é mais livre, conectado e integrado com o comércio mundial e com os sistemas de produção. Esse processo gerará empregos e produtos mais baratos aos brasileiros. Por isso, precisamos: 1) simplificar e reduzir os impostos e burocracias para dinamizar a economia, facilitar o empreendedorismo e propiciar a criação de empregos; e 2) um modelo de Estado que privilegie a educação básica e o livre mercado e, assim, permita que cada brasileiro tenha a oportunidade de se desenvolver e realizar seus projetos de vida. Dessa forma, teremos um ambiente propício ao empreendedorismo, à criação de empregos e ao combate efetivo da pobreza."

7. Combate às drogas
"É um fato que as drogas atualmente são um aspecto importante do nosso problema de segurança pública, principalmente considerando o volume do orçamento destinado à guerra às drogas. É preciso rigor na punição e não encontrar saídas fáceis como a legalização."

8. Rio Grande do Sul
"O Rio Grande do Sul é o Estado mais empreendedor do Brasil. Nenhum outro estado se compara em termos de empreendedores per capita. O cidadão já faz a sua parte. Agora é o governo que tem que fazer a parte dele. Infelizmente, somos um dos países mais difíceis do mundo para se empreender. No ranking de facilidade de se fazer negócios do Banco Mundial, estamos na posição de número 125, atrás de Irã, Tajiquistão e Uganda. No ranking do Fórum Econômico Mundial, o Brasil aparece, entre 137 países, em penúltimo lugar no quesito “peso da regulação governamental” sobre a economia. Nós precisamos reduzir a regulamentação sobre os brasileiros que querem empreender. Portanto, propomos um salto de produtividade através de reformas tributária e previdenciária que restaurem o equilíbrio das contas públicas. Nossa desburocratização deve remover as barreiras de entrada ao mercado e trazer simplificação regulatória às pessoas. Precisamos diminuir o custo do capital e a insegurança jurídica generalizada para que os empreendedores gaúchos possam viabilizar todo o seu potencial. Pautaremos nosso governo pela presunção da iniciativa privada. Em oposição ao capitalismo orientado pelo Estado, a concorrência deve ser norma básica da organização econômica. Os trabalhadores e empreendedores gaúchos poderão assim gozar de maior prosperidade. E precisamos fortalecer o agronegócio, com simplificação da burocracia e liberdade aos homens do campo."

 
 
 
 
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